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Aluno deixa bomba em universidade para não realizar prova

De acordo com a investigação, a bomba foi deixada no banheiro da universidade para impedir a avaliação do curso de fisioterapia.

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Aluno deixa bomba em universidade para não realizar prova
Autor Foto: Divulgação COMPATRI

Policiais da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri) cumpriram mandados de busca nesta quarta-feira, (02) ,em duas casas de um aluno da Universidade Paulista (UNIP). Em abril, um explosivo caseiro foi encontrado na faculdade.

A bomba estava no banheiro masculino de um dos prédios da universidade, que abriga a Faculdade de Fisioterapia. O local foi isolado, e o Bope promoveu a neutralização do explosivo. Os vestígios foram periciados pelos Peritos Criminais do Instituto de Criminalística (IC) da PCDF.

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Laudo do IC constatou que se tratava de “artefato explosivo contendo dispositivo de iniciação (pavio pirotécnico) e material explosivo (pólvora confinada), sendo, portanto, considerado eficiente e apto para produzir uma explosão e seus efeitos associados”.

Os peritos criminais entenderam que o material trazia risco à integridade física e ao patrimônio, tendo em vista que a explosão produziria fragmentação de objetos próximos, projeção de material com potencial lesivo e ondas de pressão, calor e de choque, entre outros efeitos danosos. Ainda segundo os peritos criminais, a explosão teria efeitos análogos aos da dinamite.

A apuração inicial feita pela Divisão de Repressão a Roubos e Furtos (DRF/Corpatri) indicou que o artefato foi deixado no banheiro para impedir a realização de uma avaliação prática do curso de fisioterapia, que ocorreria no período da tarde. Elementos reunidos no inquérito apontaram que um aluno da própria universidade, que faria a avaliação, teria deixado o artefato no banheiro e avisado os funcionários, tudo para tentar impedir a prova.

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Nas casas do aluno, os policiais encontraram materiais de metalurgia, comumente usados na fabricação de artefatos explosivos artesanais, do tipo “metalon”. Também foi apreendido o aparelho celular do aluno, que está sendo periciado nesta manhã.

Os policiais cumpriram mandados de busca em Samambaia e Ceilândia. Foram expedidos pela 8ª Vara Criminal de Brasília.

Com informações: Metrópoles

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