'Agonorexia': entenda o risco da perda extrema de apetite causada por canetas emagrecedoras
Dentre os riscos à saúde apontados por especialistas, estão a desnutrição e a perda de massa muscular
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O uso indiscriminado de medicamentos para diabetes tipo 2 e obesidade, conhecidos como "canetas emagrecedoras", gerou um alerta na comunidade médica: a agonorexia. O termo informal descreve a perda de apetite tão severa que o usuário deixa de se alimentar, negligenciando nutrientes essenciais em busca de um padrão estético de magreza rápida.
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O que é a agonorexia
Embora não seja um diagnóstico médico oficial, a expressão surgiu para definir o efeito farmacológico das "canetas" que reduz a fome de maneira drástica. Diferente da anorexia nervosa, que é um transtorno psiquiátrico de imagem, a agonorexia é uma consequência direta do remédio, que reduz a fome a ponto de causar repulsa à comida ou o isolamento social em eventos que envolvam alimentação.
Embora o nome lembre anorexia, é importante esclarecer que agonorexia não é um diagnóstico médico oficial. A expressão surgiu para explicar situações em que a ação farmacológica reduz a fome de maneira tão intensa que a pessoa praticamente deixa de se alimentar.
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Riscos à saúde
A perda de peso acelerada sem acompanhamento clínico pode ser perigosa. Especialistas apontam que, quando o corpo para de receber energia, ele consome as próprias reservas musculares. Os principais riscos incluem a perda significativa de massa muscular, deficiências nutricionais, baixa imunidade e danos metabólicos.
Uso consciente e prescrição
As "canetas" foram desenvolvidas para tratar condições específicas de saúde. Médicos alertam que a automedicação para fins exclusivamente estéticos eleva as chances de efeitos colaterais graves e desnutrição. O monitoramento profissional é indispensável para identificar precocemente sinais de que o emagrecimento está comprometendo a saúde funcional do paciente.
As informações são do Metrópoles.
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