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ASSASSINATO

Advogado mata esposa com tiro de espingarda em SC após discussão sobre separação

Sara Bianca Schneider foi atingida na cabeça; filha do casal, de quatro anos, e a sogra da vítima estavam na casa no momento do disparo

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Advogado mata esposa com tiro de espingarda em SC após discussão sobre separação
Autor Sara Bianca Moyses Fabian Schneider foi assassinada no interior de Santa Catarina - Foto: Arquivo pessoal

Uma mulher de 29 anos, identificada como Sara Bianca Moyses Fabian Schneider, foi assassinada com um tiro de espingarda na cabeça pelo próprio marido, um advogado de 37 anos, em São Lourenço do Oeste (SC). O homem confessou o crime à polícia logo após o ocorrido e foi preso. O homicídio aconteceu dentro da residência da família e, segundo o depoimento do suspeito, foi motivado por uma discussão sobre o fim do relacionamento e o futuro da filha do casal, de quatro anos.

-LEIA MAIS: Mulher encontrada morta dentro de casa em Apucarana é identificada

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A vítima e o advogado mantinham um relacionamento de sete anos e haviam se mudado de Curitiba (PR) para Santa Catarina no final do ano passado, com o objetivo de ficar mais próximos da família dele. As investigações apontam que Sara manifestou o desejo de se separar e retornar para a capital paranaense, o que gerou o atrito. O suspeito alegou às autoridades que a relação enfrentava dificuldades e que ele temia a separação, especialmente por conta de uma eventual disputa judicial pela guarda da criança.

No momento do crime, a filha do casal e a avó paterna estavam no imóvel. Elas relataram não ter presenciado o assassinato, mas confirmaram ter ouvido o disparo da espingarda. Logo após atirar na esposa, o homem pediu para que sua mãe saísse da casa levando a menina e, na sequência, dirigiu-se até a delegacia local para se entregar.

A arma utilizada no feminicídio estava registrada em nome do pai do autor, que também reside no endereço. Apesar de o marido relatar um histórico de instabilidade na relação, as polícias de Santa Catarina e do Paraná confirmaram que não havia nenhum boletim de ocorrência anterior por violência doméstica ou pedidos de medida protetiva envolvendo o casal.

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