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8 horas no chão: Obeso morre sem socorro por falta de maca em SP

Vitor Augusto Marcos, de 25 anos, pesava 195 Kg e foi recusado em três hospitais por falta de equipamento médico adequado

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8 horas no chão: Obeso morre sem socorro por falta de maca em SP
Autor Em frente a terceira unidade de saúde, o jovem sofreu três paradas cardíacas e não recobrou os sentidos - Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um jovem, de 25 anos, morreu na porta de um hospital, na Zona Norte de São Paulo, após ser recusado em outras duas unidades de saúde por falta de maca para pessoas obesas. Vitor Augusto Marcos pesava 195 quilos e faleceu após ficar 8 horas deitado no chão da ambulância.

O jovem passou mal por volta das 10 horas desta quinta-feira (05) e foi levado à UPA de Perus por familiares, onde foram informados de que era necessário um atendimento mais especializado.

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Vitor foi encaminhado ao primeiro hospital, mas não havia uma maca adequada devido à obesidade. Ele seguiu ainda no assoalho da ambulância até o Hospital do Mandaqui, onde foi alegado falta de vaga.

LEIA MAIS: Laudo aponta que psicóloga sofreu parada cardíaca após tomar contraste

Alguns vídeos feitos por parentes da vítima mostram o desespero da mãe, Andréia Marcos, em frente às unidades de saúde onde o filho foi rejeitado. "Socorro, meu filho está morrendo, cadê os médicos desse lugar? Não é possível", gritava.

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Em frente a terceira unidade de saúde, o jovem sofreu três paradas cardíacas e não recobrou os sentidos após a última delas. A família de Vitor denuncia a falta de estrutura da rede de saúde.

"Meu filho foi negligenciado. Meu filho ficou em um assoalho e isso eu nunca vou esquecer, meu filho morreu em cima de um assoalho. Ele não teve direito de morrer em cima de um colchão. A dor do luto é muito difícil, mas o que eu quero deixar bem claro para as redes públicas é que deem suporte aos obesos para que outras mães não venham passar o que eu passei", desabafou Andréia Marcos, mãe de Vitor, em entrevista à TV Globo.

A Secretaria Estadual de Saúde disse à emissora que lamenta o ocorrido e vai investigar o tratamento oferecido a Vitor. A reportagem do UOL também entrou em contato com o órgão e até o momento não obteve retorno.

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Fonte: Informações do UOL.

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