Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Governo lança boletim com dados econômicos, fiscais e sociais

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Governo lança boletim com dados econômicos, fiscais e sociais
Autor Foto: Reprodução

As secretarias de Planejamento e Projetos Estruturantes e da Fazenda divulgaram nesta quinta-feira (16) o primeiro boletim com a conjuntura fiscal, econômica e social do Paraná diante dos impactos da pandemia do novo coronavírus. O documento será atualizado semanalmente.

O boletim apresenta projeções, comparações com outros países, níveis das atividades econômicas (indústria, comércio e serviços), gráficos de mobilidade e isolamento social, quantidade de empresas em pleno vapor e a balança comercial estadual.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O estudo indica, por exemplo, que 21 mil estabelecimentos do Simples Nacional e 4,5 mil do Regime Normal estavam fechados no dia 9 de abril. Os dados foram apurados a partir da amostra de emissão de documento fiscal em cinco cidades do Paraná: Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu.

No comparativo entre a primeira semana de março e a primeira de abril, houve redução na quantidade de estabelecimentos que emitiram esses documentos fiscais. No comércio varejista, a queda foi de 34%; na indústria, de 30%; e no comércio atacadista, 22%.

O relatório também aponta redução média de R$ 56 milhões no recolhimento de ICMS, principalmete no setor de combustíveis, por semana desde o começo de março, quando foram ampliadas as orientações para evitar aglomerações para conter a disseminação do novo coronavírus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

POSITIVO – As exportações paranaenses espelham os bons indicadores do Porto de Paranaguá e continuam estáveis. Entre os estados do Sul, apenas o Paraná registrou aumento no volume de embarques em janeiro, fevereiro e março. Houve queda de apenas 0,1% no valor total das exportações no primeiro trimestre de 2020 em comparação com o mesmo período do ano passado. Os destaques positivos foram para as vendas de veículos (+94,9%), torneiras e válvulas (+1054%) e açúcar bruto (81,8%).

Os índices de exportação medem o impacto do comércio bilateral com os principais parceiros comerciais do Paraná (China, Estados Unidos, União Europeia e Argentina, por exemplo), os produtos mais destacados da balança comercial e a variação de receita, volume e preços na comparação com São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

TRANSPARÊNCIA – “O Governo do Estado tem o compromisso de ser transparente com a sociedade”, afirma o secretário de Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge, um dos idealizadores do relatório. “O boletim ajudará o setor produtivo e os paranaenses a se guiarem durante a crise econômica. Nesse momento precisamos trabalhar em cima de cenários bem realistas para buscar as melhores soluções para a retomada”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O boletim é dividido em cinco grandes núcleos temáticos. A primeira parte usa bases externas de dados - bancos nacionais, organismos internacionais e empresas privadas - e indica projeções do Produto Interno Bruto (PIB); variações cambiais; saída de capital do País; indicadores macroeconômicos das variações setoriais de países como Estados Unidos e China; e informações de venda e faturamento nominal de bens duráveis e não duráveis.

A maioria dos demais indicadores foi construída a partir de análises de técnicos da Receita Estadual e do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). São números mais próximos da rotina diária das pessoas. Os principais recortes são o de empresas em atividade, inclusive com índice municipal, e o volume de arrecadação do ICMS no comércio varejista, na indústria e nos combustíveis.

A robustez do comércio é avaliada a partir do volume de vendas de hipermercados e supermercados; farmácias; lojas de materiais de construção, eletrodomésticos, veículos novos e vestuário; e restaurantes e lanchonetes. As vendas de materiais de limpeza e de medicamentos, por exemplo, foram mais intensas de 2 a 22 de março, quando o País chegou a assistir procura por estocagem de material, na comparação com as últimas três semanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

IMPACTO DA CRISE – De acordo o secretário de Fazenda, Renê Garcia Junior, o boletim apresentará semanalmente cenário diferente daquele projetado originalmente para 2020. A projeção apontava recuperação da economia brasileira, uma supersafra de grãos no Estado, investimentos privados contratados de pelo menos R$ 20 bilhões e obras estruturantes de R$ 2 bilhões destinadas aos municípios.

“A crise econômica terá um impacto aproximado de pelo menos R$ 2 bilhões na arrecadação nos próximos quatro meses. A queda na circulação de pessoas e mercadorias colidiu com o equilíbrio fiscal alcançado no ano passado”, afirmou o secretário. “O Estado tem indústria e agronegócio imponentes, é símbolo de plantas diversificadas e produção tecnológica. O coronavírus mudou a estratégia e o Governo passou a direcionar todos os recursos para a rede de Saúde. Mas vamos retomar o caminho dessa tradição”.

Veja aqui o boletim completo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline