Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Barreira sanitária eleva índice de vacinação contra febre amarela

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Barreira sanitária eleva índice de vacinação contra febre amarela
Autor Foto: Reprodução

A Secretaria e Estado da Saúde vem realizando um trabalho de barreira sanitária contra o vírus da febre amarela silvestre e apresenta ampliação de quase 6% no número de pessoas imunizadas pela vacina. A cobertura vacinal passou de 75,84%, em 2018, para 81,7% em 2019.

“Conseguimos antecipar os possíveis corredores de circulação que o vírus faria no período atual e intensificamos a vacinação nessas regiões. Com isso, montamos uma barreira no sentido do controle e da prevenção”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O trabalho envolveu equipes da Vigilância Ambiental da secretaria estadual, com apoio do Ministério da Saúde e parceria dos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. Foram percorridas áreas de matas e propriedades rurais em sete municípios das regiões metropolitanas de Curitiba e de Ponta Grossa. A ação de campo, além de traçar a rota do vírus, levou orientação e a vacina até a população.

“Com isso o Paraná montou uma barreira sanitária e evitou uma situação que poderia ser catastrófica. São 17 casos da doença confirmados e um óbito, sendo que o homem que morreu, em março de 2019, em Morretes, chegou a ser abordado pelas equipes, mas se negou a receber a vacina”, disse o secretário.

O último caso confirmado de febre amarela em humanos no Paraná ocorreu no início de maio do ano passado, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

MACACOS – Para fazer o estudo de antecipação do trajeto do vírus no Estado, a Vigilância detectou, entre outros fatores, a morte de macacos por contaminação da febre amarela.

Da mesma forma que o homem, o macaco é infectado pela picada do mosquito transmissor do vírus, adoece e morre. Estas mortes são chamas de epizootias. Desde julho de 2019, o Paraná registra 33 epizootias para febre amarela e 93 seguem em investigação.

VACINA – “O assunto vacinação é muito importante sempre. Temos insistido que vacinar é um ato de amor, de solidariedade. A febre amarela é prevenível, nós temos a vacina, uma vacina de boa qualidade, com eficácia superior a 95%, e que está disponível nas unidades básicas de saúde. Temos salas de vacinação em todos os municípios paranaenses”, destaca o secretário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O público-alvo da vacinação são pessoas a partir de nove meses de vida a 59 anos. As pessoas acima de 60, com indicação médica, também podem receber a dose.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline