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Empresa do norte do Paraná é suspeita de furtar petróleo da Petrobras

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Empresa do norte do Paraná é suspeita de furtar petróleo da Petrobras
Autor Foto: Reprodução

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em conjunto com a Polícia Civil cumprem nesta terça-feira (5) mandado de busca e apreensão em uma empresa situada em Rolândia, suspeita de integrar uma quadrilha acusada de desviar petróleo e derivados de dutos da Petrobras, no norte do estado do Rio de Janeiro. A ação integra a Operação Sete Capitães, deflagrada pela Delegacia de Defesa de serviços Delegados da Polícia Civil do Rio de Janeiro e pelo Ministério Público (MP) do RJ. Segundo as apurações, a quadrilha fazia pelo menos dois furtos por semana, causando um prejuízo de mais de R$ 1 milhão para a Petrobras.

Conforme a investigação, o óleo bruto furtado era enviado para a empresa de Rolândia onde era refinado. Posteriormente o combustível era vendido para postos de vários estados. A refinaria foi interditada. 

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No total, a operação objetiva cumprir sete mandados de prisão e 12 de busca e apreensão nos municípios de Macaé, Quissamã, Carapebus, Rio das Ostras e Casimiro de Abreu, no Rio de Janeiro e em Rolândia, no Paraná. De acordo com o balanço parcial divulgado pela Polícia Civil, quatro pessoas tinham sido presas até às 8h.

Segundo as investigações, a quadrilha praticava furtos de petróleo e seus derivados nos municípios de Carapebus, Quissamã e Macaé. Ao longo da apuração foram identificados oito membros da organização criminosa, entre eles um policial militar lotado no batalhão de Macaé e dois vigilantes da empresa contratada pela Transpetro, subsidiária da Petrobras, para realizar a segurança patrimonial dos dutos da estatal na região. A função deles era garantir que os comparsas praticassem os furtos sem serem incomodados.

Os outros envolvidos também exerciam funções específicas no esquema, como localizar os dutos, furtar e transportar o produto, refinar o óleo bruto e vender o material após o refino. Através de quebra de sigilo bancário e de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça, as investigações mostraram que o combustível roubado é levado para a empresa de Rolândia.

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Os envolvidos vão responder por furto qualificado, corrupção passiva e corrupção ativa, crime contra a ordem econômica e o meio ambiente e organização criminosa, na medida de suas responsabilidades.

A ação tem o apoio da Petrobras, da ANP, Agência Nacional do Petróleo, da Corregedoria da Polícia Militar do Rio, do Ministério Público e da Polícia Civil do Paraná.

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