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Segundo delegados, Bolsonaro tenta intimidar investigação do caso Marielle

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Segundo delegados, Bolsonaro tenta intimidar investigação do caso Marielle
Autor Foto: Reprodução

A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol Brasil) e outras entidades da categoria repudiaram neste domingo, em nota, as declarações do presidente Jair Bolsonaro em relação à investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A associação dos delegados escreveu que o cargo de chefe do executivo não dá o direito a Bolsonaro de cometer “atentados à honra das pessoas”, principalmente das que desempenham funções no interesse da sociedade e não de qualquer governo. “Valendo-se do cargo de Presidente da República e de instituições da União, claramente ataca e tenta intimidar o Delegado de Polícia do Rio de Janeiro, com intuito de inibir a imparcial apuração da verdade”, diz o texto da Adepol.

No sábado, o presidente disse que o delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro seria “amiguinho” do governador do Estado, Wilson Witzel, e insinuou que o governador estaria manipulando as investigações do crime cometido em março do ano passado para envolver o nome do presidente. Os dois devem se enfrentar na disputa presidencial em 2022. “A minha convicção é de que ele (Witzel) agiu no processo para botar meu nome lá dentro”, afirmou o presidente durante a compra de uma moto no feriado de Finados, em Brasília.

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A associação dos delegados escreveu que o cargo de chefe do executivo não dá o direito a Bolsonaro de cometer “atentados à honra das pessoas”, principalmente das que desempenham funções no interesse da sociedade e não de qualquer governo. “Valendo-se do cargo de Presidente da República e de instituições da União, claramente ataca e tenta intimidar o Delegado de Polícia do Rio de Janeiro, com intuito de inibir a imparcial apuração da verdade”, diz o texto da Adepol.

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