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Médicos Sem Fronteiras;  Uma organização que leva ajuda humanitária 

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Médicos Sem Fronteiras;  Uma organização que leva ajuda humanitária 
Autor Foto: Reprodução

Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias. Também é missão de MSF chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelos pacientes atendidos em seus projetos.

A organização foi criada em 1971, na França, por jovens médicos e jornalistas. Desde então, leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem qualquer acesso à assistência médica. 

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Além disso, a organização busca chamar a atenção para as dificuldades enfrentadas pelas pessoas atendidas em seus projetos, dando visibilidade a realidades que não podem permanecer negligenciadas.

A atuação de Médicos Sem Fronteiras é, acima de tudo, médica. A organização leva assistência e cuidados preventivos a quem necessita, independentemente do país onde se encontram.

Em situações em que a atuação médica não é suficiente para garantir a sobrevivência de determinada população – como ocorre em casos de extrema urgência –, a organização pode fornecer água, alimentos, saneamento e abrigos. Esse tipo de ação se dá prioritariamente em períodos de crise, quando o equilíbrio anterior de uma situação é rompido e a vida das pessoas é ameaçada.

A atuação de MSF respeita as regras da ética médica, em particular, o dever de oferecer auxílio sem prejudicar qualquer indivíduo ou grupo e a imparcialidade, garantindo o direito à confidencialidade. Ninguém pode ser punido por exercer uma atividade médica de acordo com o código de ética profissional, não importando as circunstâncias, nem quem são os beneficiários.

A organização avisa ainda que tem vagas abertas permanentes para brasileiros que queiram trabalhar no exterior e no país. Mas há alguns requisitos básicos para se trabalhar na organização ganhadora do Nobel da Paz de 1999. (veja abaixo). 

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1) Motivação humanitária; 
2) Diploma universitário: vale para todas as vagas; 
3) Experiência profissional: é necessário ter dois anos de bagagem. No caso de uma especialidade médica, vale também, ao menos, dois anos de residência 
4) Línguas estrangeiras: inglês ou francês tem preferência. Se souber as duas, melhor ainda. Agora, se souber uma delas em um nível básico, mas souber árabe, por exemplo, terá um passo à frente dos concorrentes. 
5) Disponibilidade para trabalhar fora do país por 12 meses seguidos. 

No item 5, a explicação para o período de no mínimo um ano é simples e dada de forma direta. 

O recrutado não escolhe o lugar onde vai trabalhar em campo. O MSF Europa convoca a pessoa, apresenta a proposta e o período de permanência no local. O profissional é que vai decidir se topa ou não. Mesmo já estando cadastrado no sistema, ele não é obrigado a ir. 

O salário para os 12 primeiros meses de trabalho em campo é de 1 mil euros bruto. Esse valor é depositado em uma conta de uma agência bancária brasileira. Em missão, o funcionário do MSF não precisa pagar por nada, seja remédio, seguro de vida, seguro saúde, passagens aéreas, vistos, vacinação, acomodação ou transportes.  

Para mais informações basta acessar o site oficial dos médicos sem fronteiras. 

ttps://www.msf.org.br/trabalhe-conosco-exterior

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