Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Cotidiano

publicidade
COTIDIANO

Novas denúncias contra médica Vírginia Soares de Souza por mortes acatadas pelo TJPR 

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Novas denúncias contra médica Vírginia Soares de Souza por mortes acatadas pelo TJPR 
Autor Foto: Reprodução

Dois novos processos contra a médica Virginia Soares de Souza, acusada de matar pacientes na UTI do hospital Evangélico de Curitiba, foram instaurados na quinta-feira (9), pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).  Para os desembargadores, há indícios de crime nas mortes de duas pacientes em 2012.

As denúncias contra a médica foram recebidas pela 1ª Câmara Criminal, em votação unânime. A profissional foi acusada pelas mortes das pacientes Rosaína Gomes dos Santos, de 35 anos, e Natália Nunes de Araújo, de 16 anos, ocorridas em 2012, na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Evangélico, em Curitiba.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Documentos apresentados pelo MP em 2018, que apontavam a médica como autora dos dois homicídios qualificados foram rejeitados pela 2ª Vara do Tribunal do Júri do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba. Diante disso, o Ministério Público recorreu ao TJ. Durante a sessão de julgamento desta quinta-feira, a 1ª Câmara Criminal considerou que as narrativas apresentadas pela acusação são suficientes para a instauração de um processo criminal que deve, após a devida instrução, decidir se os casos serão ou não levados para julgamento pelo Tribunal do Júri.

Defesa
A defesa de Virgínia encaminhou nota informando que vai entrar com recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e no Supremo Tribunal Federal (STF), caso se iniciem novas ações penais. "Ficará novamente provado que a acusada apenas praticou atos típicos de medicina intensiva, previstos em protocolos e literatura médica", diz a nota divulgada em nome dos advogados Elias Mattar Assad e Louise Mattar Assad. 

Em 2017, a médica Virgínia Soares de Souza e outras sete pessoas foram inocentadas pelo 2ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba da acusação de anteciparem a morte de pacientes que estavam internados na UTI do Hospital Evangélico. Segundo a denúncia, eles usaram técnicas médicas para que oito pacientes morressem, para liberar leitos na UTI. O MP-PR recorreu da decisão da Justiça. O recurso ainda aguarda julgamento em segunda instância.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Indenização
Também em 2017, o Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR) confirmou decisão de primeira instância que obriga o Hospital Evangélico de Curitiba a indenizar em R$ 4 milhões a médica Virgínia Soares de Souza, que foi chefe da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), da instituição. A demissão dela aconteceu após ser acusada pela polícia de antecipar a morte de pacientes. A Justiça, no entanto, a inocentou do crime. A ação reconheceu vínculo de emprego, embora a médica não tivesse registro em carteira de trabalho, e também inclui horas extras, intervalos, adicional noturno, recolhimento de FGTS e verbas rescisórias.

(Com informações do Bem Paraná)

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Cotidiano

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV