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Plano de João Arruda para a segurança pública prevê mais estrutura para a Polícia Científica

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Plano de João Arruda para a segurança pública prevê mais estrutura para a Polícia Científica
Autor Arruda discursa em evento político (Foto: Divulgação) - Foto: Reprodução

Aumentar o efetivo, fornecer equipamentos e criar mais unidades para descentralizar o atendimento estão entre as propostas de João Arruda (MDB) para a Polícia Científica do Paraná, em seu Plano de Governo. A criação de mais seções visa agilizar o trabalho dos peritos criminais e diminuir o tempo de espera para a elucidação dos crimes. 

 O plano específico para a categoria segue, em linhas gerais, a plataforma do candidato do MDB para toda a segurança pública do Paraná. “É preciso resgatar as
condições de trabalho dos agentes da Polícia Científica, que dependem de bom material e infraestrutura para essa tarefa fundamental que é a análise técnica para a solução dos crimes. Da mesma forma, o policiamento ostensivo e investigativo sobre com falta de material, como coletes à prova de bala, e viaturas sem manutenção. Queremos policiais e viaturas de novo nas ruas, recuperando o que foi desestruturado pela gestão de Beto Richa e seu secretário mais próximo, Ratinho
Júnior”, afirmou Arruda.
 Órgão independente

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A Polícia Científica do Paraná, que engloba o Instituto de Criminalística e o Instituto Médico Legal (IML), passou a ser um órgão independente depois de se desvincular
da Polícia Civil, a partir de 2001. É uma unidade administrativa, técnica e financeira autônoma da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). A Polícia Científica, através dos peritos criminais, é especializada em produzir a prova técnica, ou pericial, por meio da análise científica de vestígios deixados durante a prática de delitos.
 O Instituto de Criminalística conta com 10 seções técnicas no Paraná: Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Paranaguá,
Umuarama e Francisco Beltrão. Muitas unidades da Polícia Científica, porém, têm sofrido com a falta de infraestrutura, herança da gestão Beto Richa e Ratinho Júnior. O IML de Ponta Grossa é um dos exemplos: está colocando cadáveres em contêineres no Hospital Regional porque o muro da unidade estava caindo.

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