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Pela primeira vez na história, sondas japonesas aterrissam em asteroide

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Pela primeira vez na história, sondas japonesas aterrissam em asteroide
Autor FOTO DO RYUGU PRODUZIDO PELAS SONDAS FOTO: DIVULGAÇÃO - Foto: Reprodução

Mais um passo importante da exploração espacial foi conquistado: duas sondas lançadas pela espaçonave japonesa Hayabusa-2 aterrissaramem um asteroide pela primeira vez na história. Batizados de Minerva II-1, os jipes (que também são conhecidos como rovers) enviaram fotos de sua chegada ao asteroide Ryugu, localizado a 280 milhões de quilômetros de distância da Terra.

A notícia da aterrissagem foi divulgada no Twitter oficial da missão conduzida pela Agência Japonesa de Exploração Espacial (JAXA). O procedimento da chegada da dupla de sondas foi complexo: a Hayabusa-2 aproximou-se a uma distância de 55 metros do asteroide para lançar o Minerva II-1. 

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As sondas pesam apenas 1 quilo cada uma e foram desenvolvidas para percorrer a superfície do asteroide e coletar informações como massa, densidade e gravidade do objeto espacial, determinando sua composição mineral e elementar.

Foto do Ryugu produzido pelas sondas (Foto: Divulgação)FOTO DO RYUGU PRODUZIDO PELAS SONDAS (FOTO: DIVULGAÇÃO)
Lançada em dezembro de 2014, a Hayabusa-2 (que em japonês significa "falcão peregrino")  chegou ao asteroide Ryugu em junho deste ano — o objeto espacial orbita entre a Terra e Marte e tem cerca de 900 metros de diâmetro. Os cientistas estão curiosos para entender uma particularidade do asteroide: ele gira em torno de seu próprio eixo a cada 7,5 horas, mais lentamente do que outros objetos de tamanhos semelhantes. De acordo com os estudos iniciais, o Ryugu pode ter sido parte de um asteroide maior que se separou em um período ainda não determinado.

A Hayabusa-2 enviará outros pequenos ijipes para o asteroide até o final deste ano. No primeiro semestre do ano que vem, a missão explodirá uma cratera no Ryugu usando um projétil de dois quilos. Para evitar danos causados pela dispersão de detritos, a espaçonave se esconderá no lado oposto do asteroide depois de liberar o projétil e usar uma câmera para documentar a colisão. Espera-se que as imagens do impacto mostrem como as crateras são formadas nos corpos celestes.

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A Hayabusa-2 retornará então ao local da explosão para coletar amostras de rocha das profundezas do asteroide na esperança de que produzam dados sobre a formação do objeto espacial durante a formação do sistema solar. A nave deve retornar suas amostras para a Terra no final de 2020.

Essa missão é uma sequência do projeto Hayabusa: a primeira versão da espaçonave, que retornou à Terra em 2010 após percorrer 6 bilhões de quilômetros em seis anos, conseguiu coletar cerca de 1,5 mil partículas de poeira de asteroides. 

fonte- revistagalileu.globo

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