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Greve dos caminhoneiros tem adesão de 300 mil motoristas, diz Abcam

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Greve dos caminhoneiros tem adesão de 300 mil motoristas, diz Abcam
Autor Greve dos caminhoneiros tem adesão de 300 mil motoristas, diz Abcam - Foto: Delair Garcia - Foto: Reprodução

A paralisação dos caminhoneiros autônomos do Brasil, iniciada na segunda-feira (21) deve prosseguir nesta quarta-feira (23), apesar do aceno do governo nesta terça-feira sobre redução de um dos tributos que incidem sobre o preço do diesel.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou em conta no Twitter que a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) será zerada com o objetivo de reduzir o preço dos combustíveis. Segundo Maia, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e ele acertaram com o governo do presidente Michel Temer essa medida.

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Porém, o presidente da entidade que organiza o movimento dos caminhoneiros autônomos do país, Abcam, José da Fonseca Lopes, afirmou que a redução da Cide não é suficiente. Enquanto isso, um pequeno corte no preço do diesel anunciado pela Petrobras mais cedo pouco fez para reverter a posição dos caminhoneiros.

"Isso não resolve o problema, a gente quer ser ouvido. Queremos que os tributos no óleo diesel sejam zerados. A Cide representa 1 por cento dos tributos que incidem no combustível", disse Lopes em resposta a questionamento sobre a chance de a paralisação dos caminhoneiros ser suspensa.

Um vídeo foi divulgado pela Abcam antes da atual greve dos caminhoneiros mostra o que a greve pode provocar no abastecimento interno em cinco dias de paralisação. "No intuito de ressaltar a importância do segmento, o vídeo mostra mais: demonstra que o País depende fundamental do transporte sobre rodas e que, sem os caminhões, em 5 dias o abastecimento e a locomoção da Nação entra em colapso", diz nota da entidade.

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300 mil caminhoneiros
A Abcam estima que cerca de 300 mil caminhoneiros tenham participado dos protestos desta terça-feira, ante 200 mil no dia anterior. A entidade representa cerca de 600 mil caminhoneiros autônomos de um total de 1 milhão de motoristas no Brasil.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que os protestos dos caminhoneiros estão gerando problemas pontuais no país, mas montadoras de veículos, incluindo General Motors, Ford e Fiat, um dos poucos setores da economia a apresentar recuperação vigorosa da crise, reportavam problemas logísticos ou paralisações de produção nesta terça.

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Segundo a Abcam, foram registrados protestos em 23 Estados.

As manifestações também impactavam produtores de alimentos. Segundo a Associação Brasileira da Proteína Animal (ABPA), oito fábricas de carne suína e de aves do Brasil estão paradas devido a problemas decorrentes dos protestos de caminhoneiros.

"Todo o sistema está comprometido, não tem como girar, o cara tem que parar a planta", disse o vice-presidente e diretor de mercados da ABPA, Ricardo Santin. A entidade representa mais de 140 agroindústrias e Santin estimou que outras 30 fábricas devem parar na quarta-feira.

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Com informações da Reuters

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