Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Coronavírus

publicidade
CORONAVÍRUS

'Remédio demasiado' contra vírus causará efeito mais desastroso, diz Bolsonaro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

'Remédio demasiado' contra vírus causará efeito mais desastroso, diz Bolsonaro
Autor Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender em seu Twitter a ideia de que as medidas sanitárias contra a pandemia do coronavírus trarão um impacto na economia brasileira pior que os efeitos do próprio vírus, que já infectou 4.256 pessoas e matou 136 no País, segundo a última atualização feita pelo Ministério da Saúde, divulgada no final da tarde de domingo, dia 29.

"Temos 2 problemas que não podem ser dissociados: o vírus e o desemprego. Ambos devem ser tratados com responsabilidade. Mas se o remédio for demasiado o efeito colateral será muito mais desastroso", escreveu Bolsonaro, que tem criticado as políticas de isolamento social adotadas por Estados e municípios, sob recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do próprio Ministério da Saúde.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Junto à mensagem, Bolsonaro compartilhou um vídeo de uma apoiadora, a apresentadora de TV e agora influenciadora digital Liliane Ventura, que diz que Bolsonaro é o "único governante no País que tem juízo para proteger a população do vírus e de uma quebradeira geral".

Ela, assim como o presidente, defende que a população que não faz parte do grupo de risco do coronavírus retome as atividades e volte a trabalhar. Segundo a apresentadora, "há um pânico que vai nos levar a um abismo econômico que vai matar muita gente".

Liliane também defende que cada cidadão deve fazer uma avaliação pessoal para decidir se deve, ou não, retornar à vida cotidiana. Ela ainda questiona veículos de imprensa que mantêm parte do seus funcionários trabalhando "nos estúdios", em referência a emissoras de televisão. "Há possibilidade de nós sairmos para trabalhar igual eles jornalistas estão saindo", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Considerado serviço essencial, o jornalismo não para durante a pandemia, em condição similar à dos hospitais e supermercados, por exemplo.

Estadão Conteúdo

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Coronavírus

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline