Sesa confirma mais uma morte por dengue em Arapongas
Informe epidemiológico divulgado nesta terça traz ainda 2.013 casos confirmados no município
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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou nesta terça-feira (24), mais uma morte causada por dengue em Arapongas. Agora o município soma dois óbitos pela doença. Informe epidemiológico divulgado pela Sesa traz ainda 2.013 casos confirmados no município, 148 a mais do que na semana passada quando o relatório trouxe 1.865 casos. O município ainda tem 66 casos em investigação.
Também estão em epidemia Marumbi (630), Faxinal (88), Bom Sucesso (44) e Grandes Rios (45). Também registraram casos: Apucarana (114), Borrazópolis (22), Califórnia (1), Cambira (6), Jandaia do Sul (44), Kaloré (8), Marilândia do Sul (28), Mauá da Serra (5), Rio Bom (2) e São Pedro do Ivaí (5). No geral, a 16ª Regional de Saúde soma 3.055 casos da doença.
PARANÁ
De acordo com o 39º Informe Epidemiológico da dengue, divulgado nesta terça-feira (24) pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), são mais 11 óbitos no Estado e 11.464 novos casos, um aumento de 20,40% em relação aos números do boletim da semana anterior.
Atualmente, o Paraná contabiliza 32 mortes e 171.361 casos notificados, com 67.655 confirmações, desde o início do atual período sazonal da doença, em agosto de 2021. Além de Arapongas, mortes foram registradas em Pitanga, Pato Branco, Matelândia, Arapongas, Foz do Iguaçu, Cafelândia, Cianorte, Maringá, Londrina, e Cornélio Procópio. São quatro mulheres e sete homens entre 41 e 90 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 1º de abril e 14 de maio de 2022.
Dos 382 municípios que registraram notificações de dengue, 335 confirmaram a doença, sendo que em 298 deles há casos autóctones, ou seja, a dengue foi contraída no município de residência dos pacientes.
“O cenário do aumento de casos e óbitos é em todo Brasil e no Paraná não é diferente. O momento é de cuidado e lembramos sobre a importância da prevenção. É necessário que a população não se esqueça de reforçar os cuidados em casa. Alguns minutos por semana dedicados a eliminar focos do mosquito Aedes aegypti podem salvar vidas.
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