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PARALISAÇÃO NACIONAL

Em assembleia, trabalhadores da enfermagem decidem aderir à greve

Aproximadamente 80 profissionais de dois estabelecimentos privados de Arapongas e Rolândia aprovaram o estado de greve durante 24 horas como protesto

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Em assembleia, trabalhadores da enfermagem decidem aderir à greve
Autor Aproximadamente 80 profissionais de Arapongas e Rolândia aceitaram, em assembleia, entrar em greve - Foto: Pixabay

Em assembleia realizada nesta terça-feira (20), aproximadamente 80 trabalhadores ligados ao Sindicato dos Empregados dos Estabelecimentos de Saúde de Apucarana e Região (SEESSA) decidiram se unir à paralisação nacional dos profissionais da enfermagem que ocorrerá em todo o país nesta quarta-feira (21).

Conforme a presidente do Sindicato, Marli de Castro, os profissionais da Saúde que atuam em dois estabelecimentos privados de Arapongas e Rolândia, aprovaram o estado de greve durante 24 horas, como protesto a suspensão do piso salarial da categoria. Segundo a sindicalista, a greve não teve adesão em Apucarana.

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LEIA MAIS - Texto que viabiliza piso da enfermagem pode ser votado semana que vem

A sindicalista reitera que os profissionais que aderiram à paralisação trabalham no setor privado. Ainda não há informação se os profissionais farão alguma mobilização nas ruas.

SUSPENSÃO DO PISO

Na última sexta-feira (16) o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria e referendou liminar deferida pelo ministro Luís Roberto Barroso que suspendeu o piso salarial nacional da enfermagem. A Lei 14.434/2022 estabeleceu piso salarial de R$ 4.750 para os enfermeiros, 70% desse valor para os técnicos de enfermagem e 50% para os auxiliares de enfermagem e parteiras. O piso nacional vale para contratados sob o regime da CLT e para servidores da União, estados e municípios, inclusive autarquias e fundações.

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Em reunião remota, realizada na manhã de segunda-feira (19), o colégio de líderes do Senado Federal discutiu fontes de custeio para o piso salarial da enfermagem. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apresentou uma série de medidas a serem analisadas, entre elas, a utilização de recursos do orçamento secreto para custear o piso e reverter a decisão do Supremo que suspendeu o projeto de lei 2.564/2020 (piso da enfermagem) aprovado em agosto no Congresso. Pacheco ainda deve conversar com Paulo Guedes, ministro da Economia, e com a presidente do STF, Rosa Weber.

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