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Crise na Venezuela preocupa imigrantes em Arapongas

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Crise na Venezuela preocupa imigrantes em Arapongas
Autor Edwin José Esculpi, 34 anos, está no Brasil há mais de um ano, sendo quatro meses em Arapongas. - Foto: Reprodução

A crise na Venezuela causou um verdadeiro colapso econômico e político no país, que tem enfrentado um êxodo da população por conta da pobreza, hiperinflação, falta de serviços públicos e escassez de itens de primeira necessidade. Com o fechamento das fronteiras, aumenta a apreensão de quem saiu de lá em busca de melhores condições, mas deixou familiares para trás. Caso de Edwin José Esculpi, 34 anos, está no Brasil há mais de um ano, sendo quatro meses em Arapongas. Formado em administração de empresas, ele deixou os pais, seis irmãos e três filhos em Caracas.

Atualmente ele trabalha como repositor de bebidas em um supermercado de Arapongas e todo mês destina parte do salário aos familiares que ficaram na Venezuela. 

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“Meus pais apoiam o governo de  Nicolás Maduro. Eles confiam que a situação vai melhorar e não querem deixar o país”, diz. Esculpi conta que trabalhou seis anos para o governo de Maduro, mas passou a sofrer com as condições políticas e sociais que deterioraram a Venezuela. 

“O país está passando por uma situação extremamente difícil. Não tem como comprar comida, pois um quilo de frango vale mais que um salário mínimo. Então decidi sair do meu país, principalmente para ajudar minha família”, conta. 

Edwin mantém contato diariamente com os familiares e diz que, segundo eles, a tensão cresceu ainda mais, depois da possibilidade de uma intervenção internacional. Ele considera temerosas as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que não descarta uma opção militar para tirar o presidente venezuelano do poder. Na opinião de Trump, o Exército da Venezuela deveria apoiar o governo do presidente autoproclamado da Venezuela, o oposicionista Juan Guaidó.

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“Sou a favor de uma alternativa pacífica, porque existem muitas pessoas inocentes que apoiam o governo de Maduro. Penso que as pessoas podem resistir e podem ocorrer mortes. A Venezuela é um país pequeno com pouco armamento e é apoiada pela Rússia e China. Isso vai gerar uma terceira guerra mundial”, acredita. 

Apesar de a situação no Brasil ser muito mais favorável, Edwin ainda tem planos de retornar ao seu país de origem. Mas enquanto a situação não muda, ele continuará trabalhando em Arapongas para ajudar a família. 

A Tribuna também outros outros imigrantes venezuelanos. Leia a reportagem completa na edição impressa deste domingo (3), do jornal Tribuna do Norte. 

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