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Patrulha Maria da Penha vai atuar na reabilitação de agressores

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Patrulha Maria da Penha vai atuar na reabilitação de agressores
Autor Patrulha Maria da Penha garante a efetividade das medidas protetivas e restritivas. Foto: Sérgio Rodrigo - Foto: Reprodução

Desde maio do ano passado, mulheres vítimas de violência doméstica, em Arapongas, podem contar com o apoio da Patrulha Maria da Penha, que garante a efetividade das medidas protetivas e restritivas. Além do monitoramento diário, o programa planeja novas ações, entre elas, o lançamento da campanha “Basta, vou ligar no 180” na próxima quarta-feira, Dia Internacional da Mulher, que vai abordar a importância da denúncia e da garantia dos direitos das mulheres. 

Também haverá panfletagem e adesivagem nas vias principais. Numa segunda etapa, a Patrulha Maria da Penha estuda colocar outro ponto da lei em prática: a educação e reabilitação dos agressores. A ideia será apresentada, dentro de algumas semanas, ao Ministério Público, que é parceiro nas ações.

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De acordo com a coordenadora do programa, Denice Amorim de Almeida, num primeiro momento, a Patrulha Maria da Penha, que é desenvolvida pela Guarda Municipal, tem trabalhado para a efetividade das medidas protetivas e restritivas. 

Por mês, a equipe faz cerca de 40 atendimentos. Em fevereiro, por exemplo, foram 48, sendo 8 novas visitas, 22 visitas de retorno, 3 descumprimentos de medidas protetivas com flagrante, 10 descumprimentos de medidas protetivas sem flagrante, 5 certidões negativa de endereço, 4 encaminhamentos de vítimas para à delegacia, 3 encaminhamentos de agressores para à delegacia, 1 encaminhamento para o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Na avaliação de Denice, neste período, as mulheres passaram a confiar no trabalho desenvolvido pela Guarda Municipal. 

“Antes, as mulheres tinham medo de denunciar, porque não tinham garantias que as medidas seriam cumpridas. Hoje, elas têm a certeza que vamos garantir esse direito”, afirma.

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