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Vereador de Apucarana é condenado em ação criminal

Mauro Bertoli diz que vai recorrer da decisão e provar inocência em segunda instância

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Vereador de Apucarana é condenado em ação criminal
Autor Vereador Mauro Bertoli (DC) alega inocência e diz que irá recorrer - Foto: Arquivo/TN

O vereador Mauro Bertoli (DC), de Apucarana, foi condenado a cinco anos, dois meses e três dias de reclusão em regime inicial semiaberto. Ele havia sido denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), por meio da 6ª Promotoria de Justiça de Apucarana, por armazenar e compartilhar imagens pornográficas com pessoas com menos de 18 anos. A informação foi publicada no final da tarde desta segunda-feira (16) no site do MP-PR. O vereador disse que ainda não foi intimado e que irá recorrer da sentença.

-LEIA MAIS: Escada de concreto cede e mata empresário; obra é interditada

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Conforme a denúncia, os crimes ocorreram entre 15 de julho de 2018 e 30 de novembro de 2020 – nesta data, o telefone celular de Bertoli foi apreendido, e perícia realizada no aparelho constatou a existência de 40 arquivos com vídeos e fotos de sexo explícito e pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. Por pelo menos três vezes, de acordo com a perícia, ele teria compartilhado essas imagens.

Bertoli poderá recorrer da sentença em liberdade, uma vez que respondeu ao processo livre e não teve a prisão decretada.

Em entrevista ao TNOnline, o vereador confirmou que vai recorrer da decisão. Ele afirma que ainda não foi notificado e disse estranhar a divulgação feita pelo MP-PR em seu site oficial de um processo que corre em segredo de justiça, ainda mais a 20 dias das eleições, causando prejuízos para sua campanha política.

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O vereador voltou a negar com veemência qualquer envolvimento com material pornográfico envolvendo menores de idade. Ele afirma que pode ter recebido conteúdo impróprio nos grupos de WhatsApp sem ter percebido.

A decisão é da 2ª Vara Criminal de Apucarana. Ele se diz tranquilo e afirma esperar que o seu recurso seja atendido pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). "Tenho convicção de que serei absolvido, pois estou com a consciência tranquila, pois sei da minha inocência", pontuou.

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