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Tecnologia encurta caminho entre campo e o consumidor

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Tecnologia encurta caminho entre campo e o consumidor
Autor Foto: TNOline

A pandemia do coronavírus mudou a realidade da atuação de agricultores que trabalham com produtos orgânicos ou com agricultura familiar na região. Com ampliação das ferramentas tecnológicas e do sistema delivery, o comércio virtual se popularizou e encurtou caminhos entre o sítio e a cidade.

É o caso da professora apucaranense Fabíola Conte Souza e o esposo Marcos Rogério de Souza. Quando ele se viu desempregado, o casal decidiu junto partir para a novidade. Os dois criaram uma plataforma de vendas para levar produtos que eles compram de produtores locais para o público urbano. “Ele perdeu o emprego durante a pandemia e surgiu a ideia”, diz Fabíola.

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A decisão fez com que a família se envolvesse no negócio onde as vendas são feitas pelo Instagram em uma página específica para divulgar os produtos. “É fácil para interação e conhecimento do público em geral, porém seguidores não necessariamente se convertem em vendas e temos que ralar muito divulgando pelos aplicativos de mensagens”, enfatiza.O coordenador da comissão paranaense de Economia Popular Solidária da Cáritas do Paraná e assessor da Rede Colmeia da Economia Solidária em Apucarana e Londrina, Renato Munhoz compartilha da mesma ideia. “Aos poucos o caminho mais utilizado neste processo, sem dúvida nenhuma, foram as redes sociais e isso aumentou significativamente a relação do produtor em geral com o consumidor”, ressalta.

O grupo da Rede Colmeia foi pioneiro em Apucarana na utilização da internet para divulgar e comercializar seus produtos. Atualmente, a rede conta com 60 produtores familiares. “Com os espaços fechados até dezembro, intensificamos o trabalho pelas redes sociais e o que era tímido tornou-se a maior ferramenta para manutenção dos nossos projetos”, cita Munhoz.

Ele comenta que a tecnologia é um caminho sem volta e inclusive cita que a Cáritas deve lançar ainda em março deste ano, um novo aplicativo de comercialização. “É uma grande rede de comercialização através da Cáritas e já é um fruto da pandemia que vai permanecer, com toda certeza”, conclui.

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O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), de Apucarana tem feito capacitações em cooperativas na região para incentivar o uso das ferramentas online nos negócios. “Temos incentivado o comércio eletrônico em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR-PR) nas cooperativas e, pela experiência, percebemos avanço de pelo menos sete anos com o processo do uso da internet para a divulgação e comércio rural”, explica Tiago Cunha, consultor do Sebrae.

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