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Saúde investiga seis óbitos por dengue em Apucarana e dois em Cambira

Segundo secretário Beto Preto, boletim deve trazer nesta terça-feira (23) aumento de 70% nos casos da dengue apenas em Apucarana

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Saúde investiga seis óbitos por dengue em Apucarana e dois em Cambira
Autor Beto Preto durante reunião em Apucarana nesta segunda-feira (22) - Foto: TNOnline

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa-PR) está investigando a suspeita de seis óbitos causados pela dengue em Apucarana e outros dois em Cambira na área da 16ª Regional de Saúde (RS). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (22) pelo secretário Beto Preto, que está em Apucarana e participou de uma videoconferência para discutir a situação na 16ª e também na 22ª RS de Ivaiporã. Veja entrevista com o secretário abaixo

-LEIA MAIS: Ivaiporã recebe três veículos fumacê para reforçar o combate à dengue

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As suspeitas de morte investigadas em Apucarana são de cinco homens de 22, 73, 81, 83 e 85 anos e uma mulher de 75. Já em Cambira os óbitos apurados são de uma mulher de 57 anos e de um homem de 42.

"Nesta terça-feira, o boletim da dengue que virá de Curitiba vai apontar o aumento de casos na ordem de 70% em Apucarana em uma semana", afirma Beto Preto. Na terça-feira da semana passada, dia 16, o boletim da Sesa-PR informou 1.602 casos na cidade na oportunidade. Assim, a expectativa é de que registros positivos da doença cheguem à casa de 2,7 mil.


							Saúde investiga seis óbitos por dengue em Apucarana e dois em Cambira
AutorMapeamento dos casos em Apucarana - Foto: TNOnline

Beto Preto afirmou que o Estado monitora também a situação em outros municípios da região, levando trabalho de fumacê para cidades como Ivaiporã, Lidianópolis, Borrazópolis e Cambira.

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Em relação a Apucarana, o secretário afirma que o fumacê ainda não surtiu o efeito esperado, com grande número de mosquitos Aedes aegypti alados ainda em várias regiões. Por isso, a Sesa-PR fará a aplicação do sexto e sétimo ciclo de inseticidas.

Ele voltou a destacar a importância da retirada "mecânica " dos focos do mosquito, com mutirões de limpeza, e não descartou a possibilidade de buscar agentes de endemias de outras cidades para auxiliar no trabalho de casa em casa. Segundo ele, esse tipo de situação está prevista no Sistema Único de Saúde (SUS).

"Estamos em um momento crítico, com a UPA, os postos de saúde e o Hospital da Providência cheios de pacientes. A dengue é traiçoeira e pode ocorrer rapidamente a queda das plaquetas", diz, citando a piora no quadro das pessoas infectadas nesses casos.

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Veja o vídeo:

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