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Saiba como está o caso do homem que matou vizinho por cima de muro

Crime completou um ano no último dia 9 e Justiça espera a decisão de um recurso para definir se o suspeito irá ou não a júri popular

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Saiba como está o caso do homem que matou vizinho por cima de muro
Autor Suspeito ainda não tem previsão de ser julgado já que sua defesa entrou com um recurso no TJ-PR - Foto: Reprodução

O homem acusado de matar o vizinho que olhou por cima do muro da casa dele em Apucarana ainda não tem previsão de ser julgado. O caso completou um ano no domingo (9).

Agnaldo da Silva Orosco, de 42 anos, foi preso quatro dias depois de matar Bruno Emídio da Silva Júnior, de 33 anos. O crime aconteceu no distrito de Pirapó e causou repercussão nacional.

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Agnaldo é acusado de ter atirado no rosto de Bruno no momento em que ele subiu no muro para olhar a casa do vizinho. A vítima participava de uma confraternização quando foi morta. As cenas do crime foram gravadas em uma câmera de monitoramento.

LEIA MAIS: Câmera flagra momento em que vendedor é morto a tiro no Pirapó

De acordo com Lucas Cardoso, advogado da família de Bruno, após a análise de todas as provas, o juiz de 1ª instância entendeu que há indícios suficientes para que o suspeito vá para o Tribunal do Júri. No entanto, a defesa de Agnaldo entrou com um recurso e o pedido está em análise pelo desembargador Miguel Kfouri Neto, do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR). Mesmo assim, o advogado da família está confiante que a decisão original será mantida. “Nós entendemos que o Tribunal de Justiça irá continuar o ótimo trabalho que vem sendo feito pelo juiz togado, de 1ª instância, e vai manter a decisão para que o Agnaldo seja julgado no Tribunal do Júri”, afirma ele.

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Ainda segundo o advogado, a família vem sofrendo muito desde a morte de Bruno e concorda com todas as argumentações feitas tanto pelo promotor de justiça quanto pelo juiz, na sentença. “Todo o andamento processual está ocorrendo de uma forma bem justa. A parte injusta é que a família não tem o Bruno de volta”, acrescenta ele.

De acordo com a equipe de defesa de Agnaldo, a prisão de seu cliente é injusta, já que, pela lei, é garantido o direito à defesa em liberdade. "No caso do Agnaldo, ele reúne todas as condições favoráveis para que realmente possa aguardar um julgamento em liberdade, ou seja, é reú primário, de bons antecedentes, possui ocupação lícita, com domicílio fixo", declara o advogado Paulo Pavolak.

LEIA MAIS: Vídeo de homem sendo morto no Pirapó ganha repercussão nacional

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O crime

No dia 09 de março de 2024, Bruno, a namorada e familiares estavam fazendo um churrasco na casa dos tios, que não estavam em casa, no distrito de Pirapó.

Por volta das 22h40, eles ouviram disparos e outro homem que estava na casa gritou para que o vizinho parasse de jogar bombinhas.

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Já às 22h55, como registra a câmera de segurança, Bruno subiu em um suporte para botijão de gás para enxergar a casa ao lado, momento em que foi atingido por cima do muro. A vítima morreu na hora.

No local, a polícia aprendeu uma arma calibre 12 e uma pistola 380, além de munições deflagradas e intactas, mas Agnaldo fugiu. Ele se apresentou dois dias depois e teve o mandado de prisão expedido no dia 13. À Polícia Civil, Agnaldo alegou que agiu em legítima defesa porque acreditou que sua casa estava sendo invadida.

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