Rodolfo anuncia compra de terrenos no Cazarin para nova sede da Prefeitura e da Câmara
Investimento do município é superior a R$ 6,2 milhões; não há prazo para início das obras
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O prefeito de Apucarana, Rodolfo Mota (União Brasil), anunciou, nesta quinta-feira (19), a aquisição de dois terrenos que somam mais de 13 mil metros quadrados no Loteamento Residencial Cazarin como uma "reserva técnica" para a construção de um novo Centro Cívico na cidade. O investimento do município é superior a R$ 6,2 milhões. O projeto prevê abrigar, futuramente, as novas sedes do Poder Executivo, da Câmara de Vereadores e também de órgãos estaduais interessados. O ato também marcou a doação de uma área de 3.757 m² pela família Cazarini, dona do loteamento, que será utilizada para a pavimentação e abertura de ruas no entorno do novo complexo. O terreno cedido pela família é avaliado em R$ 1,7 milhão.
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Durante a solenidade, Rodolfo Mota lembrou do anúncio feito na quarta-feira (18) sobre a reforma do telhado do atual prédio da Prefeitura, que receberá investimentos na ordem de R$ 700 mil. "Não é pelo telhado em si ou pelos R$ 700 mil da obra. Você ter uma prefeitura que alaga dentro, a ponto de pingar de uma laje para outra, molhar o primeiro andar, onde os funcionários precisam cobrir os computadores com saco de lixo para não estragar as máquinas cada vez que chove. Então, você falar da troca de um telhado é mais do que a obra, é o que representa isso. Vinte anos de alagamento na prefeitura. Isso não tem lógica, isso não combina com a cidade", disse o prefeito.
Segundo o prefeito, a nova área, localizada nas proximidades do Parque Jaboti, é "a última área grande" disponível em uma região próxima ao centro. Um terreno tem 642,15 m², enquanto o outro soma 13.157,15 m². Como se trata de uma “desapropriação amigável”, não há necessidade de votação na Câmara.
O prefeito confirmou conversas com a Defensoria Pública do Estado e com o Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR) para a instalação de suas sedes no local. Ele também citou o convite para o Ministério Público (PM) para funcionar nesse novo centro cívico.
Embora o ano eleitoral imponha restrições orçamentárias e burocráticas que podem limitar o início imediato das obras estaduais, o município já realizou sondagens de solo e estudos planialtimétricos. Conversas iniciais também foram feitas com o Ministério Público e o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). "Tudo isso são ideias, são sonhos, são projetos. Mas se a gente não projetar, se a gente não começar a fazer os planejamentos, se a gente não tiver uma reserva de espaço e de área para isso, a gente não faz", ponderou Rodolfo.
A vereadora Eliana Rocha (Solidariedade), vice-presidente da Câmara, destacou o projeto de construção do Centro Cívico. "Nós precisamos, sim, pensar no futuro. Existem obras que são emergenciais e urgentes, mas existem coisas para as quais nós podemos nos programar", assinalou.
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