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Profissão Papai Noel: veja a história de quem incorpora o bom velhinho

Todos os anos, apucaranenses incorporam o personagem para transmitir a magia do Natal

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As roupas vermelhas e a longa barba branca são as ferramentas de trabalho do vendedor José Marcelo Camargo, de Apucarana, norte do Paraná, que há sete anos, interpreta o Papai Noel. Camargo é dono de uma empresa de personagens, mas é pelo bom velhinho que ele nutre um carinho especial porque através dele é possível transmitir a magia do Natal.

“O Papai Noel leva alegria por onde passa. Representa paz, harmonia e união. E por mais que as pessoas não acreditem, eu faço esse trabalho com muita alegria, porque mexe com o emocional da criança. Vero sorriso e ganhar um abraço de uma criança não tem preço. Isso é muito gratificante”, afirma.

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- LEIA MAIS: Catedral de Apucarana realiza 1ª ceia de Natal para moradores de rua

Camargo é casado e pai de dois filhos, Guilherme de 25 anos e Beatriz de 17, que também atuam na empresa da família interpretando personagens. A esposa dele também auxilia com a maquiagem e outros afazeres. “A família toda se envolve com os personagens. Todo mundo contribui e faz com amor”, afirma.

Quando está vestido de bom velhinho, ele se torna o confidente dos mais diferentes pedidos de presentes. Os desejos mais comuns, segundo ele, são brinquedos. Porém, alguns pedidos tocam o coração de Camargo.

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“Muitas crianças ao invés de pedir brinquedos pedem comida, lanches, sucos. Isso me deixa triste por saber que uma coisa tão banal para uns é tão importante para outros”, relata.

Nestes sete anos interpretando o símbolo do Natal, Camargo percebeu o quanto a figura do Papai Noel representa para o imaginário infantil. No entanto, ele ressalta que é preciso ensinar os pequenos sobre o verdadeiro sentido do Natal que é o nascimento de Jesus Cristo. “Assim como comemoramos o nosso aniversário, não podemos deixar de celebrar o nascimento do maior”, destaca.

O vendedor Antônio Casagrande, de 57 anos, que também interpreta o Papai Noel, concorda sobre o verdadeiro sentido do Natal. “Eu gosto de frisar que o Papai Noel não é a coisa mais importante, mas sim o nascimento de Jesus Cristo”, assinala.

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Ele conta que costumava incorporar o Papai Noel em todo o Natal para entregar presentes para os seus três filhos. O tempo passou e depois vieram seis netinhos que mantiveram a tradição viva na família.

A fama de Papai Noel se espalhou pelos corredores do Shopping Centronorte, até que Casagrande, carinhosamente chamado de Toninho, recebeu o convite para interpretar o bom velhinho. E lá se foram seis anos em que ele recebe crianças da cidade e região para tirar fotos e entregar balinhas.

“Eu faço isso sem interesse financeiro. Eu amo crianças, sou apaixonado. Elas me abraçam e tiram fotos. Não tem preço que pague essa felicidade que eu proporciono a eles”, ressalta.

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Toninho, que também é músico, chegou a desmarcar apresentações musicais para representar o bom velhinho.

PAPAI NOEL DAS INSTITUIÇÕES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Há mais de 10 anos o empresário Luiz Fernando Lemos, 52 anos, melhora o Natal de muitas crianças e idosos que dependem de instituições de assistência social. Lemos faz parte do grupo de oração Amigos em Ação, que neste ano levou a magia do Natal com entrega de brinquedos e cestas básicas para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e o Lar São Vicente de Paulo, ambos em Apucarana e para Apae de Cambira.

“Isso faz parte da vida da minha vida, independente de se vestir de Papai Noel. Acho importante fazer ações de solidariedade e promoção humana”, afirma.

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Assista o vídeo:


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