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NOVA TRIBUTAÇÃO

Preços dos remédios vão ficar mais caros a partir de 1º de abril

Alta anual é de 5,6%, mas índice será maior no Paraná e outros estados por conta da recomposição do ICMS

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Preços dos remédios vão ficar mais caros a partir de 1º de abril
Autor O índice de 5,6% representa a estimativa de inflação acumulada do período. - Foto: Arquivo/TNOnline

Os preços dos medicamentos vão ficar mais caros a partir de 1º de abril em todo país. A alta estabelecida pelo governo federal é de 5,6% e pode ser repassada pelas farmácias de uma vez ou ao longo do ano. No Paraná, o reajuste será maior por conta do aumento da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os remédios de 18% para 19%.

O índice de 5,6% representa a estimativa de inflação acumulada do período. Nos últimos dez anos, segundo o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos, o preço dos remédios subiu 76,79% no país. O percentual ficou abaixo da inflação acumulada na década de 90,24%.

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O farmacêutico Everton Felipe Ventura da Silva, que trabalha em uma rede de farmácias de Apucarana, afirma que o reajuste será aplicado em todos os tipos de remédios. “É um aumento programado anual”, pondera.

Ele observa, no entanto, que o índice ficará acima de 5,6% por conta do ICMS. “A mudança na alíquota também impactará nos preços”, assinala.

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Everton afirma ainda que muitos remédios estão com os estoques baixos, principalmente antibióticos infantis. Segundo o farmacêutico, a tendência é de normalização a partir de abril, justamente quando a alta entrará em vigor.

O profissional comenta que o movimento não aumentou, por enquanto, com pessoas antecipando a compra por conta do aumento de preços. No entanto, ele projeta um impacto nos clientes. “As reclamações sempre ocorrem quando há reajuste e não será diferente em 2023”, projeta.

Além do Paraná, pelo menos 11 outros estados estão aumentando a tributação de ICMS para compensar as perdas com a redução dos impostos, determinada no ano passado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante o período eleitoral. Além dos remédios, as medidas envolvem outros produtos, como vestuário, eletrônicos, bebidas e alimentos.

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Com o aumento do ICMS de 18% para 19%, o Paraná projeta aumento na arrecadação anual em R$ 800 milhões. No entanto, o valor não será suficiente para recuperar as perdas do ano passado, que causaram um rombo de R$ 3 bilhões, segundo a Secretaria de Estado da Fazenda.

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