Polícia Civil abre inquérito para investigar morte de homem em frente ao Hospital da Providência
Segundo o delegado Marcus Felipe da Rocha Rodrigues, investigações iniciais apontam para morte natural; veja
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A Polícia Civil de Apucarana investiga as circunstâncias da morte de um homem de 42 anos, ocorrida na noite desta quarta-feira (4). A vítima foi levada por amigos até o Hospital da Providência, mas teve o óbito constatado ainda dentro do veículo pela equipe médica da unidade. O corpo ficou dentro do carro - um GM Astra - até a chegada da Polícia Científica.
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De acordo com o delegado-chefe da 17ª Subdivisão Policial (SDP), Marcus Felipe da Rocha Rodrigues, a Polícia Civil foi acionada por volta das 22h30 pela Polícia Militar (PM). Segundo o delegado, a vítima residia na Vila Regina e possuía histórico de dependência química, inclusive buscando tratamento. Amigos que moravam com o homem relataram que o encontraram desacordado ao chegarem do trabalho.
A principal linha de investigação, no momento, aponta para causas naturais. "As informações preliminares não dão conta de que houve nenhum tipo de agressão, nenhum elemento informativo apontava ali para a prática de um crime violento", afirmou o delegado Marcus Felipe.
Apesar dos indícios, a polícia adotou todos os protocolos de investigação de morte suspeita. Além da perinecroscopia realizada no veículo, o local de moradia da vítima foi isolado e periciado pela Polícia Científica. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para o exame de necropsia, que deverá determinar a causa exata da morte.
Questionado sobre a conduta do hospital em não retirar o corpo do automóvel, o delegado ressaltou que o protocolo foi seguido rigorosamente. "O Hospital da Providência agiu de maneira correta. Talvez no momento que eles estavam indo retirar (o corpo) do veículo eles já constataram o óbito. Constatado isso, eles não podem mais mexer naquela cena, que pode, inclusive, ser uma cena de crime", esclareceu.
O inquérito policial deverá ser finalizado após a entrega dos laudos periciais da Polícia Científica e do IML. Caso a causa natural seja confirmada e descartada qualquer espécie de violência, o caso será encerrado.
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