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Leugi questiona fechamento de turmas na rede municipal de Apucarana

Vereador cita queixas de pais sobre encerramento de salas do Infantil 4 e aponta contradição diante da fila por vagas

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O vereador Lucas Leugi (PSD) cobrou explicações do Executivo municipal, na noite desta segunda-feira (17), sobre o fechamento de turmas na rede de educação de Apucarana. Durante entrevista coletiva realizada após a sessão ordinária da Câmara, o parlamentar relatou ter recebido denúncias de pais e professores sobre o encerramento de atividades, especificamente em salas do Infantil 4.

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-LEIA MAIS: 'Descalabro': vereador Odarlone critica atendimento da Copel e Sanepar

Segundo Leugi, a comunidade escolar foi surpreendida com comunicados informando que as salas seriam fechadas e que os alunos seriam transferidos para outras unidades de ensino e Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs). O vereador classificou a medida como contraditória, visto que o município ainda enfrenta déficit de vagas.

“Tem gente que precisa de vaga. Como se fecha uma turma se há essa necessidade? Existem crianças fora dos CMEIs porque não há oferta, principalmente em algumas localidades”, questionou o vereador.

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							Leugi questiona fechamento de turmas na rede municipal de Apucarana
AutorVereador Lucas Leugi concedeu entrevista coletiva - Foto: Louan Brasileiro/TNOnline

Para apurar a situação, Leugi apresentou um requerimento à Autarquia Municipal de Educação (AME). O documento solicita a confirmação oficial sobre o fechamento das turmas, a justificativa técnica ou legal para a medida e questiona se a comunidade escolar foi consultada previamente sobre as mudanças. “Precisamos entender se há algum estudo científico ou normativa que baseie essa decisão”, completou.

Transporte coletivo

Além da Educação, o vereador voltou a criticar a Viação Apucarana Ltda (VAL), concessionária responsável pelo transporte coletivo na cidade. Leugi destacou que, apesar do aumento no subsídio pago pela Prefeitura à empresa — que segundo ele, cresceu R$ 300 mil em relação ao ano anterior —, a contrapartida em infraestrutura não foi entregue.

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O parlamentar apontou o descumprimento do contrato referente à instalação de 700 pontos de ônibus, cujo prazo de cinco anos para execução já expirou. “O município paga, o contribuinte paga, e o usuário continua sem abrigo contra o sol e a chuva”, afirmou.

Diante da falta de respostas da concessionária aos questionamentos do Legislativo, Leugi solicitou a convocação dos dirigentes da VAL para prestarem esclarecimentos em plenário.

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