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Empresa de Apucarana (PR) processa Lojas Renner por suposto uso indevido de marca

Confecção local acusa varejista de comercializar camisetas com a estampa “Human”, gerando confusão entre clientes

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Empresa de Apucarana (PR) processa Lojas Renner por suposto uso indevido de marca
Autor A loja está sendo processada pela marca apucaranense - Foto: Reprodução

Uma empresa de confecção de Apucarana, no norte do Paraná, ingressou com ação judicial contra a Lojas Renner S.A., acusando a varejista de uso indevido de marca e apropriação de identidade visual. O processo foi movido pelo proprietário da marca “Human comfort Style”, que alega que a rede comercializou camisetas com a expressão “Human” utilizando grafia e conceito estético idênticos aos desenvolvidos pela empresa local, sem autorização prévia.

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Segundo a confecção, o caso veio à tona no início de dezembro de 2025, quando clientes passaram a entrar em contato para parabenizar a marca por uma suposta parceria com a Renner. A head de marketing da empresa, Bruna Hossaka, relatou que a situação foi descoberta após um consumidor enviar a foto de uma camiseta vendida pela varejista, questionando se a marca havia ampliado sua atuação a ponto de chegar às lojas da rede nacional.

A defesa da empresa apucaranense sustenta que a identidade visual vai além de um elemento meramente ornamental, configurando patrimônio imaterial construído a partir de esforço criativo e investimento intelectual. Conforme descrito na ação, a peça comercializada pela Renner apresentaria a mesma estilização de letras e posicionamento de logotipo característicos da marca original.

Ainda de acordo com o processo, foi registrado boletim de ocorrência por suspeita de pirataria junto à Polícia Civil. O registro da marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) foi concluído em 16 de dezembro de 2025, o que, segundo a defesa, reforça a proteção jurídica baseada no uso anterior e contínuo da identidade visual.

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"Eles violaram a nossa identidade visual, é algo pior do que se pegassem uma camiseta e fizessem igual. Criaram um produto dando a entender que nós tínhamos uma 'collab'. Copiaram a logo centralizada com o formato das letras modificadas", afirmou Bruna Hossaka.

Procurada pela reportagem, a Lojas Renner informou, por meio de nota, que não comenta processos judiciais em andamento.

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