Deixa uma filha: quem era a apucaranense morta após estrangulamento em Arapongas
Franciele não estava em situação de rua, conforme foi informado anteriormente; ela será sepultada nesta terça-feira (20) no Cemitério Cristo Rei
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A apucaranense Franciele Samara Galvão, 40 anos, que morreu nesta segunda-feira (19) após quase um mês hospitalizada no Hospital Norte Paranaense (Honpar) ao ser espancada em Arapongas (PR) no dia 27 de dezembro de 2025, deixou uma filha de 19 anos, que tem necessidades especiais.
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Segundo a irmã de Franciele, ela não estava vivendo em situação de rua. Ela era moradora do Jardim Colonial. As circunstâncias da morte ainda são um mistério para a família.
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"Nós ainda estamos sem entender o que aconteceu. Ela não morava na rua. Como ela foi parar lá e as pessoas envolvidas, tudo isso ainda é um mistério", disse.
Franciele era a mais nova de três irmãs. A filha de Franciele já está vivendo sob cuidado de seu pai. Após ser hospitalizada, ela sofreu uma segunda parada cardiorrespiratória e seu quadro de saúde permaneceu instável até a sua morte.
"No último sábado (17), ela chegou a abrir os olhos enquanto a nossa irmã falava com ela durante visita no hospital. Foi a última vez que abriu os olhos", afirmou a familiar.
Velório e sepultamento
O velório de Franciele acontece a partir da 1h desta terça-feira (20) na Capela Mortuária Central de Apucarana. Já o sepultamento da apucaranense será às 15h desta terça-feira no Cemitério Cristo Rei, em Apucarana.
Morte trágica
Uma mulher, identificada como Franciele Samara Galvão, 40 anos, natural de Apucarana (PR), morreu nesta segunda-feira (19) no Hospital Norte Paranaense (Honpar), em Arapongas, após quase um mês internada em estado grave. Ela foi vítima de uma violenta agressão ocorrida no dia 27 de dezembro de 2025, quando foi encontrada desacordada em uma via pública, nas proximidades da Igreja Santo Antônio.
Ela foi estrangulada. Após o ocorrido, populares ajudaram a identificar o suspeito, que foi localizado e preso pelas equipes da Guarda Municipal (GM) de Arapongas e da Polícia Militar (PM) no mesmo dia. Ele seria morador de rua.
O homem confessou a agressão durante a abordagem e foi encaminhado à delegacia. O acusado possui histórico criminal e teria saído recentemente de uma cadeia no estado de São Paulo.
Inicialmente registrado como tentativa de feminicídio, o caso passa agora a ser investigado como feminicídio consumado, diante da morte da vítima. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Apucarana para os procedimentos legais. A Polícia Civil segue com as investigações.
O dia das agressões
Uma mulher foi internada em estado gravíssimo na manhã deste sábado (27/12/2025) no Hospital Honpar II, em Arapongas, após ser vítima de uma tentativa de feminicídio. A vítima deu entrada na unidade com sinais claros de estrangulamento.
De acordo com a equipe médica, a mulher sofreu uma parada cardiorrespiratória decorrente da agressão, mas foi reanimada pelos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda durante o atendimento inicial. Devido à gravidade do quadro, ela precisou ser sedada e entubada, permanecendo em estado crítico na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Informações repassadas pela Guarda Municipal indicam que o crime ocorreu em via pública. O principal suspeito é um homem descrito como alto, de pele morena, possivelmente em situação de rua.
Testemunhas relataram que ele trajava um shorts florido e uma camiseta com a estampa do cantor Bob Marley. Equipes da Polícia Militar e da Guarda Municipal realizaram buscas pela região e chegaram a identificar o suspeito, que foi preso no mesmo dia.
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