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CRISE PRISIONAL

Danylo Acioli defende construção de presídio em Apucarana

Presidente da Câmara aponta superlotação e diz que há R$ 70 milhões disponíveis, mas obra esbarra em disputas políticas

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Danylo Acioli defende construção de presídio em Apucarana
Autor Foto: Reprodução vídeo

O presidente da Câmara Municipal de Apucarana, vereador Danylo Acioli (MDB), subiu o tom nesta quinta-feira (19) ao comentar a crise no sistema prisional da cidade. Em balanço após a terceira sessão ordinária do ano, o parlamentar defendeu abertamente a construção de um presídio industrial ou agroindustrial, afastado da área urbana, como solução para a superlotação e a falta de segurança na unidade atual, situada na região central.

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Segundo Acioli, a situação da atual carceragem é crítica e coloca em risco a população. O vereador alertou para o déficit de agentes e o excedente de detentos no local. “Nós temos um lugar que cabe 80 com 480. Só que temos três policiais penais lá para cuidar de 480. Então, quando nós falamos de presídio, é trazer mais força de segurança pública para a cidade, para que nós tenhamos um número de policiais penais condizente com o número de preso. Porque hoje, no centro da cidade, nós temos uma bomba que tá para explodir a qualquer momento”, afirmou.

O parlamentar destacou que a resistência histórica à construção de uma nova unidade penal na cidade foi baseada em argumentos que o tempo provou serem ineficazes. “Algumas pessoas, um tempo atrás, cobraram e falaram assim: ‘Ah, quando vier para ser construído, não pode, porque senão vai vir o PCC e o Comando Vermelho para Apucarana’. Pois bem, 2026, PCC e Comando Vermelho estão aqui e nós não temos um presídio por causa do pensamento provinciano de alguns pensadores que não pensam nada no passado”, disparou o presidente da Casa.

De acordo com Acioli, existe viabilidade financeira para o projeto, restando apenas a decisão política de executá-lo. “O Estado disponibiliza 70 milhões para a construção de um presídio efetivo que é industrial ou agroindustrial, em que os presos trabalham, recebem salário para isso e vão ser reeducados. Então já existe. O Estado, se nós oficiarmos ele hoje, ele constrói o presídio aqui na cidade de Apucarana. O problema é que tratam isso com muita politicagem e querem fugir de um tema que é melindroso”, explicou.

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Além da pauta de segurança pública, o vereador relatou a aprovação de mudanças no Fundo do Esporte, a reforma do Espaço das Feiras e o calendário de sessões itinerantes. Para esta sexta-feira, sessões extraordinárias devem votar o reajuste salarial dos servidores municipais e da própria Câmara, onde Acioli confirmou que não haverá aumento para cargos em comissão. “Tomamos a decisão de não reajustar salário de servidor em comissão, entendemos que esse não é o momento fiscal da cidade”, concluiu.

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