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AGROPECUÁRIA DA FLORICULTURA

Cultivo de flores cresce 15% no Paraná

Com o início da primavera, a expectativa é que as flores voltem a enfeitar os campos pelo Estado

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Cultivo de flores cresce 15% no Paraná
Autor Com o início da primavera, a expectativa é que as flores voltem a enfeitar os campos pelo Estado - Foto: José Fernando Ogura/Arquivo AEN

O cultivo de flores cresceu 15% no Paraná em 2023, no comparativo com o ano anterior. É o que aponta dados do Departamento de Economia Rural (Deral).

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No ano passado, o Valor Bruto da Produção Agropecuária da floricultura somou R$ 249,6 milhões. Ainda que seja pouco expressivo diante dos R$ 198 bilhões conseguidos por todo o setor agropecuário paranaense, é um segmento que apresentou crescimento importante. Em 2022 o valor bruto tinha sido de R$ 216,7 milhões – ou seja, alta de 15,2%.

“Brindando a estação que se inicia, a floricultura paranaense em 2023 participou com um traço estatístico de 0,13% do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP)”, destaca o engenheiro agrônomo Paulo Andrade, (Deral, em análise no Boletim de Conjuntura Agropecuária.

Com o início da primavera, no último domingo (22), a expectativa é que as flores voltem a enfeitar os campos pelo Estado, que foram bastante castigados devido a um inverno seco além do normal para o período e temperaturas quentes superiores às médias históricas.

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Os gramados foram os responsáveis por 63,4% do VBP do grupo da floricultura em 2023, o que corresponde a R$ 158,3 milhões. As plantas perenes ornamentais responderam por 9,7%, ou R$ 21,6 milhões. Em conjunto com elas, as mudas para arborização somaram R$ 5,7 milhões (2,3%) e a Flor do Deserto, R$ 4,8 milhões (2%).

Segundo o analista do Deral, outras 35 espécies complementam o segmento. A produção se estende por quase todo o Estado, com espécies características para cada região. Os Núcleos Regionais de Maringá e de Curitiba são os locais em que a floricultura está mais presente no Estado, representando 55,3% de todo o VBP do setor.

Entre os municípios, destacam-se Marialva, que detém 17,1% do VBP da floricultura, ou R$ 42,5 milhões, São José dos Pinhais, com 14% (R$ 34,8 milhões), Cascavel, com 5,7% (R$ 14,1 milhões) e Mandaguari, com 5,4% (R$ 13,7 milhões).

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