Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Apucarana

publicidade
CRIME DE REPERCUSSÃO

Cíntia foi assassinada a facadas por homem que conheceu em boate, diz delegada; veja

Autor do crime apontou a localização dos restos mortais da costureira; confira a entrevista

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline


A Polícia Civil do Paraná (PC-PR) localizou, nesta quinta-feira (05), na região da Vila Reis, os restos mortais que seriam da costureira Cíntia Cristina Silveira da Costa, 31 anos, desaparecida desde maio do ano passado em Apucarana (PR). A delegada Luana Lopes afirmou que a descoberta do corpo ocorreu após o principal suspeito confessar o homicídio e indicar o local exato onde havia enterrado a vítima em uma cova rasa. A identificação ainda precisa ser confirmada pelo Instituto Médico Legal (IML), mas a PC-PR trata o caso como solucionado. Veja a entrevista com a delegada acima.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

-LEIA MAIS: Corpo de costureira Cintia é encontrado na Vila Reis, diz polícia

Segundo a delegada, o autor do crime estava custodiado na cidade de Campinas (SP). Em depoimento à delegada Luana Lopes, o homem admitiu ter assassinado a vítima com três golpes de faca após uma desavença em sua residência na Vila Reis. Segundo a polícia, os dois se conheceram em uma festa em uma boate na mesma noite do crime e não possuíam relacionamento prévio.

De acordo com a delegada Luana Lopes, o interrogatório do suspeito foi fundamental para o sucesso da diligência devido às características do terreno. "Sem a presença dele aqui nós não teríamos conseguido localizar esse corpo. Inclusive, nós tentamos de forma remota, mas não foi possível, porque se vocês olharem para trás, vocês vão ver obviamente a dimensão que é esse mato", explicou Luana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

							Cíntia foi assassinada a facadas por homem que conheceu em boate, diz delegada; veja
AutorRestos mortais foram retirados pelo IML - Foto: Lis Kato/TNOnline

O inquérito, que se estendeu por quase um ano, enfrentou diversos obstáculos, incluindo o assassinato de testemunhas e o apagamento de imagens de câmeras de segurança. "Uma investigação muito complexa, que nós tivemos várias testemunhas assim que não nos auxiliaram muito. Inclusive, nós tivemos assassinatos no meio da nossa investigação, assassinatos de testemunhas", relatou a delegada.

O suspeito afirmou ter agido sozinho no ocultamento do cadáver. No local indicado, a perícia criminalística constatou que os restos mortais apresentavam vestes compatíveis com o relato do agressor. Devido ao estado da ossada, a polícia deve realizar exames de confronto genético para a confirmação laboratorial da identidade.

📲Clique aqui para entrar no nosso grupo do WhatsApp e receber nossas notícias em primeira mão

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao final dos trabalhos de campo, a delegada destacou o empenho da equipe, composta majoritariamente por mulheres, e rebateu críticas recebidas ao longo do processo investigativo. "Hoje a gente prova para toda a sociedade apucaranense e paranaense que nós mulheres somos capazes. Muito capazes. E, assim, damos uma resposta para a família da Cíntia", pontuou a delegada, que ficou emocionada durante a entrevista.

O preso deverá permanecer à disposição da Justiça. Existe a possibilidade de sua transferência definitiva para o sistema prisional de Campinas, por questões de segurança. Ele morava em Apucarana na época do assassinato, mas tem família na cidade paulista. O suspeito foi para Campinas após o crime e está preso em Apucarana no momento.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Apucarana

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline