Centro Empresarial Acia já tem quase todas as salas vendidas em Apucarana
Com a maioria das salas já vendidas, a diretoria apresentou as últimas unidades disponíveis a investidores
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A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Apucarana (Acia) e a Sociedade de Propósito Específico (SPE) do Centro Empresarial Acia promoveram, na noite desta terça-feira (24), a segunda rodada de negociações para a venda de salas do Centro Empresarial Acia. O encontro, realizado na churrascaria Brasão de Fogo, teve como objetivo apresentar o cronograma da obra e ofertar as unidades remanescentes do empreendimento, que opera no modelo de construção a preço de custo e tem previsão de entrega para 2028.
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Projetado para ser o edifício mais alto e moderno da cidade, com 28 andares, o Centro Empresarial aposta em tecnologia de ponta e na solução de gargalos urbanos, como a falta de estacionamento no centro, oferecendo mais de 250 vagas rotativas.
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À frente da gestão financeira do projeto, Thallys Naves, tesoureiro da SPE, destacou o sucesso da adesão e a transparência do modelo de negócio, onde os investidores pagam o valor real dos materiais e mão de obra, sem margens de lucro de incorporadoras.
"A ocupação já está muito satisfatória, já passamos de 70% das unidades comercializadas. A intenção aqui hoje é começar uma segunda etapa de vendas, trazendo esses outros 30% que estão pendentes para participar desse grupo nesse sistema a preço de custo", explicou Naves.
Ele reforçou a segurança do investimento: "Realmente é o custo que a pessoa está pagando. Não tem aquela dúvida 'será que é um bom preço?'. Com certeza está fazendo um bom negócio, porque é preço de custo, não está custando caro e, com certeza, após a entrega, vai valer muito mais".
O presidente da SPE, Jayme Leonel, ressaltou a grandiosidade do projeto, que conta com 174 salas e trará um benefício histórico para a entidade: a transferência da sede da Acia para o térreo, facilitando o acesso dos associados.
"Nós já temos algumas salas encomendadas, mas nós temos um pequeno saldo ainda de salas para serem comercializadas. É um prédio referência", afirmou Leonel.
Ele também celebrou a mudança estrutural da Associação. "Nós vamos colocar a sede da Associação Comercial no térreo, que é uma solicitação muito grande da nossa comunidade, porque nós estamos hoje no 15º andar. Agora no térreo, [com] vagas rotativas, isso vai facilitar em muito o acesso dos nossos associados e muito mais da própria comunidade que se serve dos nossos serviços".
Um dos diferenciais do empreendimento é o fomento à economia local. Luiz Carlos Leitão, vice-presidente da SPE, enfatizou que o projeto é "puro sangue", priorizando profissionais e fornecedores da cidade.
"Uma das coisas que me trouxeram para o projeto é justamente o fato de se resolver fazer um projeto puro sangue na cidade de Apucarana e região. Todo o pessoal que trabalhou na execução do projeto, na construção da ideia, engenheiros, arquitetos, a construção, a compra de materiais, enfim, tudo está saindo da cidade de Apucarana. Isso também promove o nosso comércio local", pontuou Leitão.
O presidente da Acia, Elio Pinto, demonstrou otimismo com o ritmo da construção e o perfil do público que ocupará o prédio, focado em serviços de alto padrão.
"Nós tínhamos mais ou menos 35 salas [nesta rodada] e já vendeu bastante. Eu creio que vai sobrar muito pouco para os próximos interessados. É um prédio exclusivo para profissionais liberais, advogados, engenheiros, dentistas, médicos. É um prédio excelente para todo mundo, com oito elevadores. O cronograma da obra está totalmente em dia. Com essa venda dessas salas agora, praticamente se encerra a construção do prédio", celebrou.
Investidores apostam no ecossistema de negócios
A rodada de negócios atraiu novos proprietários que veem no edifício não apenas um imóvel, mas uma oportunidade estratégica de posicionamento de marca. Larissa Balan, consultora de marketing, adquiriu uma sala no 16º andar visando o networking que o local proporcionará.
"Como o Palácio do Comércio foi um marco na cidade de Apucarana, esse prédio também vai oportunizar todo um ecossistema de negócios. Eu acho que qualquer empresário, empreendedor, que quer estar à frente, que quer fazer negócios, é interessante e é um diferencial competitivo estar lá junto", analisou Larissa.
Ela também destacou a facilidade comercial oferecida no evento: "Uma coisa que facilitou muito foi a condição especial que foi feita hoje pela Acia, que é o parcelamento. Você consegue trabalhar no seu negócio e o próprio negócio pagar a renovação do novo investimento".
Já o empresário Reinaldo Zanetti, diretor da Acia e proprietário de empresas de segurança, adquiriu duas salas no 12º andar, projetando a centralização de suas operações em um ambiente moderno.
"O intuito nosso é estar envolvido com os demais parceiros que vão estar lá nesses 26 andares [de salas]. A DZ e a RZ não podem ficar fora. É uma coisa de primeiro mundo, um edifício montado para 2028 [data prevista para estrutura principal], para o atendimento lá. Nós estamos vendo uma coisa nova que vem e, claro, que nós queremos estar junto lá com todos", finalizou Zanetti.
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