Caso Cíntia: Delegada trata com cautela confissão de suspeito
Luana Lopes afirma que, até o momento, não há provas técnicas que liguem o sujeito ao desaparecimento de Cíntia Costa
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A Polícia Civil do Paraná investiga a veracidade de uma confissão feita na noite desta terça-feira (23), em Apucarana, referente ao caso da costureira Cíntia Cristina Silveira da Costa. Um homem, que não teve a identidade revelada, apresentou-se à Polícia Militar alegando ser o autor do homicídio da vítima, que está desaparecida desde 25 de maio de 2025. A Delegada Luana Lopes falou sobre o caso nesta quarta-feira (24). Assista o vídeo acima.
🚨 ENTENDA: Homem liga para a PM e confessa ter matado costureira em Apucarana
Apesar da autodeclaração, a delegada responsável pelo inquérito, Luana Lopes, adotou cautela ao comentar o fato nesta quarta-feira (24). Segundo a autoridade policial, a versão apresentada pelo homem ainda precisa de comprovação material.
"Venho esclarecer que, até o presente momento, não temos nenhuma informação que realmente ligue ou indique algum tipo de relação desse rapaz, efetivamente, com o desaparecimento da Cíntia", declarou a delegada.
Investigação em andamento
Após se entregar, o homem foi encaminhado à 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana e ouvido pelo delegado plantonista Victor Hugo Torres.
Segundo o delegado operacional da 17ª Subdivisão Policial Ricardo Monteiro, o homem foi autuado pelo crime previsto no artigo 341 do Código Penal Brasileiro, que é autoacusação falsa, por ter mobilizado toda a polícia. Durante o depoimento, ele afirmou que não teve nenhuma participação no crime e que nem conhecia a vítima.
“Ele alegou que teria sido coagido a estar indo até a delegacia e procurar a polícia para assumir o crime, mas a gente não consegue nem afirmar se realmente houve participação ou não porque ele estava sob efeito de entorpecentes” explicou o delegado.
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Contexto de violência
O caso Cíntia, que já dura sete meses, teve desdobramentos violentos recentemente. Há poucos dias, uma testemunha chave foi assassinada no mesmo local onde a costureira foi vista pela última vez. O irmão de Cíntia foi preso, suspeito de ter encomendado a morte da testemunha como um ato de vingança, o que torna o cenário da investigação ainda mais complexo.
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