Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Apucarana

publicidade
SAÚDE

Câmara de Vereadores avalia aumento da dengue em Apucarana

Problema foi discutido na sessão ordinária desta segunda-feira

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Câmara de Vereadores avalia aumento da dengue em Apucarana
Autor Sessão ordinária foi realizada nesta segunda-feira - Foto: Reprodução

O aumento de casos de dengue e a possibilidade de ocorrer uma nova epidemia da doença como no ano passado foi o principal assunto discutido na sessão ordinária desta segunda-feira da Câmara de Apucarana. Além do avanço da doença, vereadores temem falta de insumos para tratamento dos infectados.

-LEIA MAIS: Assembleia de Deus promove congresso infantil em Apucarana

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A situação da dengue no município foi explanada na sessão pelo coordenador da Divisão de Vigilância Epidemiológica, Luciano Simplício Sobrinho, e pelo supervisor da Divisão de Endemias e Controle Vetorial, Pablo Alfredo Saito, ambos da Autarquia Municipal de Saúde de Apucarana (AMS). Eles fizeram um relato sobre a situação no município e no Paraná e das ações preventivas que vêm sendo adotadas pela autarquia.

De acordo com relatório, no novo período epidemiológico de 2024/2025, iniciado em julho, Apucarana já tem 539 casos notificados e 12 confirmados. Cidades vizinhas também têm registrado avanço dos casos, como Jandaia do Sul, com 105 notificados e 3 confirmados; Arapongas, com 121 confirmados e 14 confirmados; e Mandaguari, com 174 casos notificados e 58 confirmados.

“Há previsão que esse ciclo da dengue venha a ser igual ou pior que o do ano passado e isso causa muita preocupação”, afirmou Luciano Simplício, assinalando que Apucarana, embora ainda esteja num risco climático médio, está se aproximando da região de Maringá, onde o risco climático é muito alto para aumento do número de casos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele explicou que há uma relação entre clima, comportamento do mosquito e a seleção natural do vírus e essa questão deve ser levada em conta na observação da doença. Outra preocupação é a circulação do sorotipo viral. No ano passado a cidade teve a circulação do soro tipo 1, quando 18 mil pessoas foram infectadas. Este ano já está em circulação o soro tipo 2 e em cidades ao redor de Apucarana o soro tipo 3. “Isso impacta muito para a saúde pública do município, uma vez que quem já teve soro tipo 1 pode ter o soro tipo 2 ou 3 na forma de dengue mais grave. Se gravar poderemos ter um número de casos menor, porém com pessoas em situação mais grave ainda”, alertou.

Luciano Simplício defendeu a necessidade de todos os segmentos da sociedade estarem engajados nesta luta e a população também seja conscientizada.

O presidente da Câmara, Luciano Molina (Agir), também defendeu que a população faça sua parte. “De nada adianta o trabalho da saúde pública se a população não se conscientizar, todos somos responsáveis”, disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O vereador Moisés Tavares fez uma série de questionamentos sobre recursos humanos, estrutura e oferta de insumos para enfrentamento da situação. Todos os questionamentos, no entanto, serão feitos por escrito através de requerimento a autarquia de saúde.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Apucarana

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline