Câmara de Apucarana promove 1ª sessão itinerante do ano no CREA
A sessão foi acompanhada principalmente por profissionais da engenharia e da arquitetura
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A Câmara Municipal de Apucarana realizou nesta segunda-feira (23), a primeira Sessão Ordinária Itinerante de 2026. Com uma pauta mais enxuta, a sessão aconteceu na sede do CREA - Conselho Regional de Engenharia e Agronomia e foi marcada por discussão relativa a obras públicas e atualização do plano diretor e pela aprovação de projetos de lei que reconhecem pontos da cidade como patrimônio cultural e imaterial do município.
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O gerente-geral do Crea Jeferson Ubiali abriu sessão apresentando um panorama da entidade, bem como de programas e projetos relacionados ao conselho. A sessão foi acompanhada principalmente por profissionais do setor.
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O presidente da Câmara de Apucarana, Danylo Acioli (MDB) destaca que as sessões itinerantes têm justamente como aproximar o Legislativo da sociedade, com atuação em diferentes setores. "Sempre foi nosso objetivo tirar a Câmara das quatro paredes. Hoje trouxemos a legislação para os próximos dos engenheiros, da classe", destacou o vereador.
Na sessão Danylo voltou a defender duas obras que considera prioritárias em Apucarana: a abertura de uma rua na Praça Interventor Manoel Ribas, na praça do Redondo, e uma solução definitiva para a entrada de Apucarana, para quem chega de Maringá, pela Avenida Governador Roberto da Silveira. "A Praça do Redondo não cumpre mais os seus objetivos. Precisamos de um novo eixo de crescimento na área central, que não tem mais para onde crescer", comenta.
Dos seis projetos de lei para votação, três foram retirados de pauta e sessão encerrada com aprovação de três leis de autoria do vereador Lucas Leugi (PSD) com assinatura de outros parlamentares, que detalha detalhes do início da formação da cidade como Patrimônio Cultural e Imaterial do município de Apucarana, garantindo proteção legal aos espaços. São eles: a imagem de Nossa Senhora de Lourdes localizada nas imediações do complexo ferroviário na Barra Funda e no muro com letreiro da Companhia Paranaense de Energia Elétrica – COPEL, na primeira usina do município, na mesma região, e esculturas da Praça 28 de Janeiro. Outro projeto, do mesmo autor, que visava a proteção do complexo ferroviário foi retirado de pauta.
Segundo o vereador Lucas Leugi, a aprovação dos projetos na sessão realizada no Crea - entidade que agrega os engenheiros - é simbólica. “Essas leis garantem que esses locais tão importantes na história da cidade sejam mantidos e que a população não seja surpreendida do dia para a noite com a demolição desses espaços”.
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