Apucaranenses começam a passar por audiências de custódia
Um dos apucaranenses presos em Brasília passou nesta quinta-feira (12) por audiência de custódia, mas teve sua prisão mantida
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Um dos apucaranenses presos em Brasília por participação nos atos golpistas do último domingo (8) passou nesta quinta-feira (12) por audiência de custódia, mas teve sua prisão mantida e o caso remetido para análise do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Mais três moradores da cidade devem ser ouvidos nesta sexta (13) por juízes federais ou distritais. A informação é do advogado Luiz Fernando Vilasboas, que representa 12 apucaranenses presos na Capital Federal.
- LEIA MAIS: Alexandre de Moraes deve decidir futuro de apucaranenses presos
Ao todo, 1.398 pessoas foram detidas após participação na manifestação de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que acabou em destruição das instalações do Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal (STF) e Palácio do Planalto, segundo última atualização da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal. Os homens foram levados para o Centro de Detenção Provisória 2, no Complexo da Papuda, e as mulheres para a Penitenciária Feminina do DF, conhecida como Colmeia. Entre os apucaranenses presos estão desde trabalhadores com carteira assinada, aposentados até empresários.
As audiências de custódia permitem ao juiz analisar a situação de cada pessoa detida e averiguar se permanecem os motivos que fundamentaram a prisão. Também permitem verificar a ocorrência de eventual tratamento desumano ou degradante. No entanto, o advogado apucaranense afirma que o padrão adotado pelos juízes federais e distritais é o de manter as detenções. “Todas as prisões estão sendo mantidas e os pedidos de liberdade encaminhados ao ministro Alexandre de Moraes”, informou Vilasboas na manhã desta sexta-feira (13).
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