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APP-Sindicato lamenta morte de estudante após briga em Apucarana

A APP-Sindicato divulgou uma nota, nesta sexta-feira (24), lamentado o falecimento do jovem Alekson Ricardo Kongenski

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APP-Sindicato lamenta morte de estudante após briga em Apucarana
Autor "A APP-Sindicato lamenta com profundo pesar o falecimento do jovem Alekson Ricardo Kongenski, de 13 anos" - Foto: Reprodução

A APP-Sindicato divulgou uma nota, nesta sexta-feira (24), lamentado o falecimento do jovem Alekson Ricardo Kongenski, de 13 anos, que morreu após uma briga em Apucarana, no começo da noite de terça-feira (21). Confira na íntegra:

"A APP-Sindicato lamenta com profundo pesar o falecimento do jovem Alekson Ricardo Kongenski, de 13 anos. Alekson morreu após agredido por colegas no Colégio Estadual Cívico-Militar Padre José Canale, em Apucarana. A comunidade escolar decretou luto durante três dias e as aulas no Colégio estão suspensas até segunda-feira (27).

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O caso aconteceu no fim da tarde de terça-feira (21) e a causa da briga ainda é desconhecida. Segundo a nota emitida pela Seed, entre os agressores estariam cinco alunos que frequentam o colégio e um estudante de outra instituição. Três deles foram encaminhados à delegacia.

A Policia Civil afirmou que está tomando as medidas para identificar a causa da morte e a participação de cada adolescente envolvido na briga.

A APP-Sindicato se solidariza com a comunidade escolar, amigos(as) e familiares do jovem Alekson.

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Reforçamos a necessidade de mais investimentos em ações pedagógicas de combate à violência, além da orientação e atendimento especial aos(as) educadores e estudantes da instituição.

Nota da redação sobre o caso: A briga aconteceu fora do Colégio. Entenda:

O delegado-adjunto da 17ª Subdivisão Policial (SDP) de Apucarana, Felipe Ribeiro Rodrigues, confirmou nesta sexta-feira (24) que o adolescente de 15 anos apontado como principal envolvido na briga com o estudante Alekson Ricardo Kongenski, de 13 anos, se apresentou acompanhado da mãe para prestar esclarecimentos. Alekson morreu na terça-feira (21) após troca de agressões entre menores no Jardim Ponta Grossa. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre a causa do óbito, no entanto, ainda não foi concluído.

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O delegado não quis dar mais detalhes sobre o depoimento do adolescente de 15 anos, que foi colhido na quinta-feira (23), mas observou que não há “nenhum fato novo” no inquérito. Segundo ele, a principal linha de investigação continua sendo de que Alekson morreu após sofrer um mal súbito após o desentendimento entre os adolescentes. No entanto, ele ponderou que aguarda a finalização do laudo da causa da morte. “O médico (legista) do IML pediu exames complementares, que devem ficar prontos dentro de dez dias”, informou o delegado.

Felipe Ribeiro Rodrigues ouviu pelo menos cinco adolescentes envolvidos direta ou indiretamente na briga com Alekson, que ocorreu nas imediações do Colégio Estadual Cívico-Militar Padre José Canale, no Jardim Ponta Grossa, no início da noite de terça-feira (21). As discussões entre os menores ocorreram após o horário de aulas, envolvendo estudantes do "Padre José Canale" e também de outro colégio.

-LEIA MAIS: Caso Alekson:"Era meu companheiro para tudo", diz avô; assista

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Em entrevista ainda na quarta-feira (22), o delegado disse que a briga ocorreu por “motivos banais”, “da rotina juvenil", envolvendo diretamente Alekson e o adolescente de 15 anos ouvido nesta quinta-feira na delegacia. “Não envolveu vários contra um. Os outros estavam estimulando. E não foi usado qualquer objeto, como pau ou pedra, ou mesmo alguma arma na briga. Por isso, pelos indícios, a provável causa mortis não seja algum trauma decorrente da briga”, disse o delegado ainda na quarta-feira.

REPERCUSSÃO

A Secretaria de Estado da Educação e Esportes (Seed-PR) criou uma força-tarefa para acompanhar o caso em Apucarana. Dez psicólogos vão trabalhar na segunda-feira (27) no Colégio Padre José Canale, quando as aulas serão retomadas. O objetivo é dar suporte aos estudantes abalados com a morte.

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Mudanças na carga horária do colégio também são discutidas, já que muitas mães reclamam da sexta aula, que obriga os alunos a saírem às 18h30.

Alekson foi sepultado nesta quinta-feira (23) no Cemitério Cristo Rei. A família do garoto conta que ele sofria de crise convulsivas e tomava medicação, mas sustenta que a morte foi decorrente da briga e aguarda também pelo desfecho das investigações.

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