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Impasse marca negociação de sindicatos para reajuste salarial do vestuário

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Impasse marca negociação de sindicatos para reajuste salarial do vestuário
Autor Foto: Tribuna do Norte - Foto: Reprodução

Sindicatos do setor do vestuário estão em negociação a fim de chegarem a um acordo para o reajuste salarial 2019-2020, em Apucarana. A data-base da categoria é 1º de setembro, no entanto, a primeira reunião foi realizada apenas no dia 31 do mesmo mês. Com isso, a categoria segue em um impasse.

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Vestuário de Apucarana e Região (Stivar) Maria Leonora Batista, informa que a categoria pede reajuste de 8%. Com isto, o piso do profissional de costura que atualmente é R$ 1.364, passaria a R$ 1.473. Já o salário do aprendiz passaria de R$ 1.143 para R$ 1.234. No entanto, como o acordo ainda não foi assinado, estes valores ainda podem mudar.

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Segundo a presidente do Stivar, o sindicato patronal recusou a proposta dos trabalhadores, que ofereceu reajuste de 3,28% do piso salarial, passando para R$ 1.408. “Não aceitamos a proposta, porém vamos fazer uma assembleia com os trabalhadores para depois marcar outra reunião”, afirma Leonora.

A presidente do Stivar argumenta que, para fechar a convenção coletiva, a proposta deve ser no mínimo 5% de reajuste. “O sindicato patronal está resistindo, porém, os trabalhadores não vão abrir mão do valor. Não concordo com aumento de apenas 3,28%. Os outros sindicatos com data-base em setembro estão fechando. O comércio, por exemplo, fechou com 5%”, comenta. 

A presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Apucarana (Sivale), Elizabete Ardigo, confirmou que as negociações estão caminhando e que aguarda uma resposta do Stivar. “Essa negociação é bem demorada, devido à crise que todos os setores vêm passando”, analisa. 

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Segundo ela, o sindicato patronal espera que a proposta seja aceita para aumentar o salário dos trabalhadores do setor que mais emprega em Apucarana. Neste ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o setor foi responsável por 6.952 postos de trabalho formais em 2019, na cidade. O acordo também vai abranger outros 18 municípios da região. 

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