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Apreensões de crack crescem 160% em Apucarana, aponta PM

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Apreensões de crack crescem 160% em Apucarana, aponta PM
Autor Foto: Reprodução

O número de apreensões de crack saltou 160%, em Apucarana. Levantamento do 10º Batalhão de Polícia Militar (BPM) aponta que de janeiro a agosto deste ano foram apreendidos 8,369 kg da droga, contra 3,242 kg apreendidos no mesmo período do ano passado. O aumento causou espanto, pois a droga é vendida de forma bastante fracionada e não era tão comum no município. As apreensões de maconha e ecstasy também registraram grande crescimento no período.

“Me espantou bastante o aumento da presença dessa droga na cidade. Há dois anos a PM fazia poucas apreensões de crack, em Apucarana. Acredito que seja mais um reflexo da crise. O usuário de droga, com pouco dinheiro, começa a usar uma droga mais barata. E o próprio traficante sabe disso e começa a colocar mais crack no mercado. Existe uma preocupação muito grande, pois é uma droga que promove a destruição dos lares”, analisa o capitão Vilson Laurentino da Silva, do setor de comunicação do 10º BPM .  

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De acordo com ele, o crack é classificado como um entorpecente estimulante do sistema nervoso central. A substância aumenta a atividade cerebral, despertando sensação de aleta, disposição e até resistência, mas que ao fim do efeito, confere cansaço, indisposição e depressão devido à sobrecarga que o organismo se expôs.

“É uma droga de classificação estimulante e muitas vezes o usuário pode ter uma falsa coragem e praticar outros tipos de crimes. A polícia já atendeu ocorrências de moradores de rua, usuários de crack, agredindo uns aos outros sob o efeito dessa droga”, afirma.

OUTRAS DROGAS
Além do crack, as apreensões de ecstasy também aumentaram de 303 para 625 comprimidos, no comparativo, um aumento de 106%, seguido pela maconha que cresceu de 69 kg para 132 kg, um acréscimo de 91%. Silva atribui o aumento nas apreensões de drogas, sobretudo de ecstasy, às operações da PM com apoio do canil policial que conta com os cães farejadores. “Existem composições químicas nas drogas e os cães são treinados para localizá-las. Por isso, esse trabalho do canil nos ajuda bastante nessa questão da apreensão de drogas, pois o cão tem a capacidade de farejar a droga escondida nos locais mais difíceis”, afirma. 

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Em contrapartida, o levantamento aponta queda nas apreensões de LSD e cocaína. O primeiro passou de 943 pontos para 727, uma redução de 23 % e o outro entorpecente passou de 3,452 kg para 2,625 kg, o que representa menos 24%.  De janeiro a agosto desse ano foram presas 186 pessoas, por tráfico de drogas contra 211, uma queda de 12%. No geral, foram detidas 1.025 pessoas pela PM, quase 4 por dia em 2019. 

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