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Policiais civis doam brinquedos a criança vítima de violência no Paraná

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Policiais civis doam brinquedos a criança vítima de violência no Paraná
Autor Polícia Civil doa brinquedos à criança vítima de maus-tratos, em Apucarana. Foto: Sérgio Rodrigo - Foto: Reprodução

A Polícia Civil doou, nesta segunda-feira (26), vários brinquedos a um menino de quatro anos vítima de maus-tratos, em Apucarana. As agressões ocorreram há aproximadamente duas semanas e foram filmadas pela avó do garoto e divulgadas nas redes sociais. A criança foi acolhida provisoriamente pelos tios paternos, já a mãe foi indiciada por lesão corporal e maus-tratos, mas responde o processo em liberdade.

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De acordo com o delegado da 17ª Subdivisão Policial (SDP), Marcos Felipe da Rocha Rodrigues, a iniciativa partiu de uma policial que atendeu o menino quando o caso chegou à delegacia. Durante a investigação, a polícia precisou apreender um brinquedo do garoto, usado pela mãe para agredi-lo fisicamente e torturá-lo psicologicamente.   

"Ela batia nele com o carrinho e algumas vezes dava marretadas no brinquedo. Precisamos apreender o objeto para o inquérito e o menino acabou pedindo o brinquedo quando estava na delegacia. A investigadora disse que não podia entregar o brinquedo, mas que iria dar um novo a ele", conta o delegado.

Foi então que os policiais da 17ª SDP decidiram comprar vários brinquedos para entregar ao menino, como uma maneira de amenizar todo o sofrimento que ele estava passando. "O objetivo era levar um pouco de carinho para essa criança que sofreu tanto", salienta. 

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O tio do garoto, Fernando Henrique Chiarelli, 30 anos, se colocou a disposição para acolher o sobrinho assim que soube das agressões. O autônomo é cunhado do pai da criança e explica que tinha pouco contato com o menino, e por isso desconhecia a situação. 

"Fiquei muito abalado quando vi as imagens. Então decidi entrar em contato com o Conselho Tutelar e trouxe o meu sobrinho para minha casa", conta. 

Chiarelli disse que o menino está bastante traumatizado e que por isso vai começar a ser acompanhado por um psicólogo. Ele e a esposa têm pretensões de conseguir a guarda da criança, já que o pai do menino está desempregado e não tem condições ficar com ela. 

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Para acomodar melhor o garoto, a família pede a doação de uma treliche ou de uma beliche. A casa onde eles moram tem apenas dois quartos e um deles já era dividido pelos dois filhos, e agora acomoda também o sobrinho. Quem puder ajudar com dinheiro ou com doação entre em contato pelo telefone (43) 99838-5648. 

AGRESSÕES
As agressões foram filmadas pela avó da criança e começaram a circular pelas redes sociais. Segundo a polícia, ela afirmou que o neto apanha da filha desde  1 ano de idade, e que as agressões foram piorando depois que o pai da criança foi embora de casa. 

"O Conselho Tutelar já tinha sido avisado mas acredito que não tinha uma noção da gravidade do caso. Somente quando a avó divulgou as imagens", disse o delegado. 

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De acordo com Rodrigues, o processo corre pela Vara da Infância e Juventude que vai analisar a questão da perda do poder familiar.

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