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Bombeiros alertam para ataques de abelhas e dão recomendações de proteção

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Bombeiros alertam para ataques de abelhas e dão recomendações de proteção
Autor Foto: Imagem ilustrativa/Pixabay - Foto: Reprodução

Além dos chamados para combater queimadas e socorrer pessoas com mal súbito quando a temperatura sobe, no período de seca aumenta consideravelmente a procura pelo Corpo de Bombeiros de Apucarana para atender ocorrências de ataques de abelhas, marimbondos e escorpiões.

De acordo com a  tenente Ana Paula Inácio de Oliveira Zanlorenzi, relações públicas do Corpo de Bombeiros de Apucarana, em 2017 foram 40 atendimentos para verificação/captura de insetos pela corporação, que engloba ainda Jandaia do Sul, Faxinal e Mandaguari. Outubro foi o mês com mais solicitações: 10. De janeiro a junho foram 13 casos no total. Já em 2018, até agora, foram 42 casos. Janeiro foi o mês com mais solicitações: 13.

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Especialistas em apicultura explicam que os insetos aproveitam a época que antecede a primavera para construir novos ninhos.“Nesse período, as abelhas começam a fazer o chamado enxameamento, para formar uma nova colônia de indivíduos. Elas saem da colméia de origem em busca de um local seguro para construir um novo lar. Nessa migração, é que, geralmente, ocorrem os ataques", detalham.

Nessa "jornada", os insetos carregam a rainha virgem e parte da colméia de origem. São verdadeiras colmeias itinerantes em busca de um local protegido, geralmente em ambientes onde há grande oferta de alimentos e árvores com florada adequada para produção do mel, para já estarem abrigadas quando a primavera chegar.

"Esses insetos estão preocupados em proteger a rainha e construir o ninho, portanto, os ataques a seres humanos só acontecem quando eles se sentem ameaçados", detalham os Bombeiros, acrescentando que a maioria dos casos envolve a espécie Apis mellifera, conhecida como abelha européia.

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Ainda conforme especialistas no assunto, muita gente acredita que os ataques são mais comuns nessa época por causa das queimadas, porque a fumaça atiçaria a agressividade das abelhas.

"É justamente o oposto. No caso das europeias, a fumaça é muito utilizada para contenção e retirada de colmeias, porque as deixa mais calmas. Quando há fogo, o foco delas é salvar o ninho e o alimento", esclarecem os Bombeiros.

Quem também aproveita a época para aumentar as colônias são os marimbondos. Com o final da estação seca e aproximação da estação chuvosa, eles buscam novos locais para montar ninhos e aumentam a procura por alimento.

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Recomendações dos Bombeiros
O Corpo de Bombeiros faz uma série de recomendações: roupas claras, pois as escuras atraem os insetos; não fazer movimentos bruscos e excessivos se estiver próximo a colmeias; evitar gritos e sons altos, como máquinas barulhentas, já que as abelhas são atraídas por ruídos, principalmente os agudos.

Em caso de ataque, o ideal é se distanciar ao máximo do local, pois os insetos dificilmente voam para muito longe do ninho para atacar um intruso. Ao ficar diante de um enxame de abelhas, a pessoa deve correr em zigue-zague, pois elas deslocam-se juntas em linha reta, e sempre proteger o pescoço e o rosto das picadas.

Ataques “em massa” acontecem quando uma abelha se sente ameaçada, ferroa a pessoa e libera ferormônios que atraem um exército para defender a colmeia. A abelha morre depois de liberar o ferrão.

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Ao contrário da espécie europeia, as vespas, como marimbondos, possuem o ferrão liso, o que permite que um único indivíduo ferroe várias vezes.

Em casos de formação de colméias em residências, o Corpo de Bombeiros orienta que o proprietário acione uma empresa de apicultura especializada para a remoção. Dessa forma, é possível retirar o ninho e preservar os indivíduos, sem risco aos moradores.

Escorpiões
No caso de escorpiões, é também nessa época que eles se reproduzem. Eles tendem a se esconder nos cantos das casas e dentro de sapatos, casacos e roupas de cama.

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Em situação de ataque, as pessoas devem entrar em contato com a corporação por meio do 193.

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