Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Apucarana

publicidade
APUCARANA

Sétimo dia de greve com manifestações em Apucarana e região

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Sétimo dia de greve com manifestações em Apucarana e região
Autor Tratores e outros veículos estavam estacionados às margens da BR-376, na altura do posto cataria. Foto: TNOnline - Foto: Reprodução

A greve dos caminhoneiros completou o sétimo dia com manifestações na região. Motoristas que passaram pela BR-376, em Apucarana na altura do Posto Catarina, se depararam com tratores de agricultores que apoiam a causa. Outros pontos de protesto se mantém na região.  

Em Borrazópolis, na saída para Faxinal, os caminhoneiros receberam apoio da população em geral, em especial dos produtores rurais e de uma equipe de moto cross. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

							Sétimo dia de greve com manifestações em Apucarana e região
AutorFoto: Reprodução

Reflexos
A cada dia que passa, a greve dos caminhoneiros tem atingido mais setores. Além da falta de gás de cozinha e combustíveis, a situação começa a afetar supermercados. Alguns produtos, como leite, hortifrúti e pão, já estão em falta ou próximos de terminar nos supermercados de Apucarana.

Em Arapongas, o transporte coletivo está sendo restringido a partir deste domingo (27). Para evitar maiores impactos, o Governo Federal determinou o uso das Forças Armadas até o dia 4 de junho. Apesar da ordem, novas manifestações foram registradas sábado (26) na região, que soma onze pontos de bloqueio.

Exército
O 30º Batalhão de Infantaria Mecanizado (BIMec), sediado em Apucarana, afirmou em nota divulgada no sábado (26) que a tropa está em condições de ser empregada em reforço às ações federais e estaduais, de escolta ou desobstrução de vias. No entanto, nenhuma ordem em relação a essa atuação foi dada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fábio da Silva, sub-gerente de um supermercado de Apucarana, afirma que alguns produtos já estão em falta. “Os produtos que mais estão sendo afetados com a paralisação dos caminhoneiros são os da seção de hortifrúti. O leite integral também está faltando, pois só temos o desnatado ainda nas gôndolas. O pão, que vem de caminhão da matriz de Maringá, está preso no bloqueio. Caso a paralisação continue, outros produtos podem vir a faltar também”, comenta.

A reportagem consultou junto aos postos de combustíveis que apenas alguns estabelecimentos ainda possuem diesel. Etanol e gasolina estão esgotados. 

Na tarde de sábado, o Posto V Brambilla informou aos consumidores que receberia uma carga de gasolina que seria escoltada até o estabelecimento. Contudo, o combustível seria destinado apenas para o abastecimento de veículos de departamentos públicos como ambulâncias e viaturas policiais, por exemplo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

 

Desabastecimento
De acordo com o gerente do Supermercado Alvorada, Amadeus de Lima, a a paralisação interrompeu fornecimento de produtos.

"Se não encontramos outra alternativa para reabastecer, provavelmente nossas três lojas terão falta de produtos", disse Lima. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desbloqueio
Na noite de sábado (26), o ministro extraordinário da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse que praticamente a metade das rodovias bloqueadas no País foram liberadas.  Ele atualizou na noite de hoje (26) os números sobre a greve e disse que existem 566 pontos de bloqueio parcial de estradas, enquanto outros 524 pontos foram liberados pelas forças de segurança.

"Um número praticamente meio a meio entre aquelas que se encontram liberadas e interditadas”, disse o ministro durante entrevista à imprensa no Palácio do Planalto. “Tivemos seis casos em que o desbloqueio não se deu de foma negociada, em que tivemos que utilizar o choque da Polícia Rodoviária Federal, porem sem vítimas”, acrescentou Jungmann.

Desde o início da paralisação de caminhoneiros, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) emitiu 400 autos de infração, com multas que somam R$ 2,03 milhões, correspondente a infrações de trânsito.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

							Sétimo dia de greve com manifestações em Apucarana e região
AutorFoto: Reprodução

(Manifestantes continuam nas rodovias protestando pacificamente. Foto: TnOnline)


Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Apucarana

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline