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Promotor faz paralelo com Mensalão em júri do Carandiru

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O promotor Marcio Friggi está usando o tempo da réplica para rebater os argumentos da advogada de defesa Ieda Ribeiro de Souza. Ele fala desde as 17h.

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O promotor desqualificou o oficial responsável pela reserva de armas, Sidnei Serafim dos Anjos, dizendo que ele foi repreendido certa vez por estar com forte cheiro de álcool. "Esse é o responsável pelas armas do Batalhão, aquelas que seriam enviadas à perícia."


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Friggi também mostrou aos jurados argumentos de diversos advogados sobre a não individualização da conduta, inclusive uma decisão do STJ sobre acusações coletivas. O promotor ainda fez um paralelo com o julgamento do Mensalão, no qual uma pessoa tem o controle do fato e os outros são responsabilizados coletivamente: no caso do Mensalão, José Dirceu teria o controle do fato; nas mortes no segundo pavimento do Carandiru, o capitão Ronaldo Ribeiro dos Santos.


O promotor resumiu a argumentação da defesa com uma frase de Nelson Rodrigues: "Se os fatos estão contra mim, danem-se os fatos." Segundo ele, a advogada Ieda Ribeiro de Souza estava tratando os jurados como crianças de cinco anos.

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Sobre o fato de a defesa ter dito que a acusação só se utiliza da versão dos detentos, nunca dos PMs, Friggi rebateu: "A versão que é compatível com a perícia é a que tem credibilidade."


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Na manhã deste sábado, dia 20, tiveram início os debates, quando acusação e defesa têm três horas cada um para expor os seus argumentos sobre o processo. A acusação tem o direito de pedir a réplica e, após, a defesa pode recorrer à tréplica. Apenas depois é que o Conselho de Sentença vai se reunir para definir o destino dos 26 réus acusados pela morte de 15 detentos no segundo pavimento do Pavilhão 9 do Carandiru, em outubro de 1992.

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