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ELEIÇÕES 2022

Paulo Martins aponta “covardia” do Senado nas decisões do STF; veja

Candidato a senador pelo Paraná faz críticas ao Supremo e diz não acreditar nas pesquisas eleitorais divulgadas pela mídia sobre as intenções de voto

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Paulo Martins aponta “covardia” do Senado nas decisões do STF; veja
Autor jornalista Paulo Martins (PL) - Foto: Assessoria

O deputado federal e candidato à única vaga no Senado pelo Paraná nas eleições deste ano, jornalista Paulo Martins (PL), é um dos entrevistados desta semana na série de entrevistas que o site TNOnline/Tribuna do Norte vem fazendo com os candidatos aos cargos eletivos nas eleições de 2 de outubro deste ano. Veja a entrevista completa no vídeo abaixo.

O parlamentar, que tem apoio do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), e do governador Ratinho Junior (PSD), espera também ter a confiança dos eleitores para chegar ao Congresso Nacional e lá defender os interesses do povo paranaense e do Brasil.

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Na entrevista, Paulo Martins fala de suas propostas de trabalho, não poupa críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e diz não acreditar nas pesquisas eleitorais que são divulgadas pela mídia nacional.

“Quero ser o senador que vai lutar e restabelecer a ordem nesse País”, afirma o parlamentar, num recado direto ao que considera interferência de um poder sobre outro. “O Supremo está cometendo abusos, acabando com a estabilidade, comprometendo a segurança jurídica, arrebentando com o País, invadindo competência de outros poderes”, declara. Segundo ele, “essa composição de ministros do STF é a pior de toda a história, porque eles não estão respeitando a própria Constituição Federal”.

O deputado informa que, diante desta situação, apresentou uma PEC, que impõe limites a uma série de condutas do STF. Entre as medidas, consta acabar com decisões monocráticas e estabelecer mandatos para os ministros. No seu entender, isso só acontece no Supremo porque o Senado, a quem cabe instaurar a apuração do crime de responsabilidade, é covarde.

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Entre suas principais propostas de trabalho, o candidato defende maior acesso dos cidadãos à arma de fogo para proteção pessoal.

“A discussão do acesso às armas para mim é prioritária sim, pois é uma possibilidade de defender a vida, a família e a propriedade, antes de qualquer coisa, é um direito individual. A lei desarmamentista só desarma o cidadão de bem. Ficamos como frangos esperando a raposa entrar no galinheiro. Não coloco isso como política de segurança pública, mas é sim um direito individual”

- Paulo Martins, candidato

Paulo Martins também defende a reforma tributária como instrumento para reduzir a carga de tributos sobre os brasileiros de modo geral. “É um assunto muito importante, ninguém aguenta pagar tantos impostos como pagamos e ter serviços insuficientes”, diz.

Na reta final da campanha, Paulo Martins diz que não acredita nas pesquisas eleitorais que apontam Alvaro Dias (Podemos) e Sérgio Moro (União Brasil) na liderança das intenções de voto. Segundo ele, essas pesquisas não conseguem captar mais a realidade e diz ter outras métricas bem mais precisas sobre as intenções de voto.

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Martins também falou sobre o combate às Fake News, e disse que é ‘escabroso’ o projeto que criminaliza as notícias falsas. “Vai criminalizar a mentira? Como vai ser isso? Vai criar um ministério da verdade? É um projeto escabroso, ninguém é a favor de fake News, mas quem define isso?”, indaga.

TRAJETÓRIA POLÍTICA

Nas eleições de 2014, Paulo Martins, jornalista, concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PSC do Paraná, obtendo 63.970 votos, sendo eleito o quarto suplente da coligação PSDB/DEM/PR/PSC/PTdoB/PP/SD/PSD/PPS. O político tomou posse em 17 de março de 2016, após o afastamento dos titulares.

Nas eleições gerais de 2018, se candidatou a uma vaga na Câmara Federal dos Deputados, tendo sido eleito com 118.754 votos. Ao longo do mandato foi apontado como um dos deputados mais econômicos do país e foi classificado como terceiro deputado do país que menos utilizou a chamada "cota parlamentar" em 2021. ASSISTA:

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