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ELEIÇÕES 2002

Flávia Francischini quer resgatar eleitorado do marido; veja

Vereadora de Curitiba assumiu lugar do marido Fernando Francischini, cassado após decisão do STF, na disputa pela Alep

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Flávia Francischini quer resgatar eleitorado do marido; veja
Autor Flávia Franschini quer defender as bandeiras da segurança e também dos deficientes físicos - Foto: TNOnline

Pré-candidata a uma vaga na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), a vereadora Flávia Francischini (União Brasil), de Curitiba, percorreu nesta semana 28 municípios do interior do Paraná para conversar com lideranças políticas. Ela afirma que o objetivo é resgatar nesta disputa os eleitores do marido, o ex-deputado estadual Fernando Francischini (União Brasil), que foi cassado após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e está inelegível por divulgar notícias falsas contra o sistema eletrônico de votação. Veja a entrevista abaixo.

“Estou fazendo um trabalho para resgatar os eleitores do meu marido Fernando Francischini, que não era um deputado qualquer. Ele foi eleito com 427 mil votos e foi injustamente cassado. O STF precisava colocar um cabresto em alguém. Na verdade, queria atacar o Bolsonaro (presidente Jair Bolsonaro) e, assim, mirou Fernando Francischini, que era o deputado do Bolsonaro”, disse a vereadora, que esteve nesta quarta-feira (27) em Apucarana e foi entrevistada pelo TNOnline.

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Flávia afirma que sempre atuou nos bastidores das campanhas do marido, mas precisou assumir o lugar dele por conta da cassação. “Estou vindo no lugar do Fernando Francischini e estou sendo muito abraçada. Ninguém virou as costas”, assinala.

Ex-agente da Polícia Federal (PF), assim como o marido, ela pretender dar sequências às bandeiras na área da segurança pública e também defender seus projetos, com destaque na área social e em apoio aos deficientes. “Tenho um filho autista e sempre levarei essa bandeira”, assinala.

Ela também destaca o papel das mulheres na política. O União Brasil (fusão do PSL e DEM), partido da vereadora, chegou a ser condenado no Paraná por suposta fraude nas cotas de gênero. Flávia afirma que o problema foi causado por um partido coligado em 2018.

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"Nós (mulheres) somos 51% do eleitorado, brasileiro, mas 21% dos representantes na política. Por isso, precisamos mostrar que a mulher pode ser dona de casa, empresária e professora, mas também representante na Câmara dos Vereadores, Assembleia Legislativa e no Congresso. A gente tem esse poder”, afirma. Assista:



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