Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

2022

publicidade
POLÍTICA

Filipe Barros articula CPI dos Institutos de Pesquisas, em Brasília

Desde domingo (2), o parlamentar anunciou que entraria com o requerimento na Câmara de Deputados

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Filipe Barros articula CPI dos Institutos de Pesquisas, em Brasília
Autor Desde domingo (2), o parlamentar anunciou que entraria com o requerimento na Câmara de Deputados - Foto: Assessoria Filipe Barros

O deputado federal Filipe Barros está em Brasília (5) onde participa da mobilização para a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito dos Institutos de Pesquisas. Desde domingo (02), após o término da totalização de votos do pleito de 2022, Filipe Barros anunciou que entraria com requerimento na Câmara dos Deputados solicitando a abertura de uma CPI para investigar os evidentes equívocos das pesquisas eleitorais.

Neste momento, além de Filipe Barros, outros deputados articulam a coleta de assinaturas junto a parlamentares que apoiam a proposta da CPI. O Ministério da Justiça já acionou o Ministério Público e o TSE sobre o tema e o Senado também movimenta-se sobre o assunto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

-LEIA MAIS: Filipe Barros é o terceiro deputado federal mais bem votado do PR

Filipe Barros explica que, além de investigar os números equivocados, a proposta é de investigar os métodos utilizados pelos institutos, a forma de financiamento, o interesse dos bancos em financiar pesquisas eleitorais, supostas manipulações de resultados, possíveis indícios de corrupção, bem como tudo que envolva a relação entre pesquisas eleitorais com o resultado do pleito.

“A ideia agora é reunir todas essas assinaturas, esses requerimentos em um único requerimento para a criação da CPI dos Institutos de Pesquisas ou ainda a de uma CPMI, ou seja, uma comissão parlamentar mista já que o Senado também está mobilizado em torno do tema. Tenho dito que é importante que se instaure essa comissão antes da realização do segundo turno das eleições. Neste momento estamos 100% focados nesta coleta de assinaturas em apoio a abertura da comissão de inquérito. A partir daí é importante ouvirmos professores, doutores e especialistas no tema, como fizemos na relatoria do Voto Impresso Auditável, justamente para que haja um caráter técnico e científico na CPI”, disse Filipe Barros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fraude

“Uma das coisas que vamos pedir é que os responsáveis por pesquisas que comprovadamente foram manipuladas deverão responder criminalmente por aquilo que fizeram e serem banidos da política”, ressaltou o deputado federal.

“Outro ponto a ser investigado é sobre o papel de bancos e financeiras que também contrataram e pagaram por pesquisas eleitorais. Vejam, os bancos detinham determinadas informações, vindas das pesquisas de antemão e manipulavam o mercado com bases nessas informações que seriam divulgadas em 24, 48 horas. Isso tem que ser discutido e investigado. Tem banco comprando pesquisas onde seu vice-presidente é ex-ministro do STF e do TSE e apoia Lula”, destacou Filipe.

Levantamento realizado pelo portal Poder 360 mostra que de agosto de 2019 até junho de 2022, bancos e corretoras foram responsáveis pelo financiamento de 62% das pesquisas de caráter nacional. “Diante de tantos indícios públicos e notórios de irregularidades na confecção e divulgação destas pesquisas, cabe ao parlamento assumir a função de fiscalização e instalar CPI com o intuito de investigar a fundo o que há por trás de tamanha discrepância de resultados e interesses escusos”, finalizou Filipe Barros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em 2022

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline