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BYD mira liderança no Brasil e aposta em autonomia de 1.000 km

Montadora chinesa detalha expansão nacional com fábrica em Camaçari e destaca economia gasto baixo por quilômetro rodado

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A eletrificação da frota nacional tem deixado de ser uma promessa futurista para se tornar uma realidade de mercado, fortemente impulsionada pela chegada agressiva de montadoras asiáticas. A BYD, atual maior fabricante de veículos de nova energia do mundo, tem liderado esse movimento no Brasil, apoiada na promessa de alta tecnologia aliada a uma drástica redução de custos operacionais para os motoristas.

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O principal exemplo desse avanço é o modelo Dolphin Mini. De acordo com João Leandro Carvalho, gerente da BYD em Londrina, o desempenho do veículo ilustra bem o novo momento do consumidor brasileiro. "É uma grata surpresa para a BYD e para o mercado a gente trazer um carro que por dois meses consecutivos se torna o carro mais vendido do Brasil no varejo, superando modelos tradicionais a combustão", afirma.

Segundo o gerente, a explicação para essa escalada rápida está no bolso do consumidor. O custo de rodagem de um veículo elétrico chega a ser uma fração do gasto tradicional com combustíveis fósseis. "Você tem gastos aí da ordem de 9 centavos a 15 centavos, dependendo do modelo e da potência, o quilômetro rodado", detalha Carvalho, ressaltando ainda a praticidade, o espaço de cabine e os embarques tecnológicos, como câmeras 360 graus e inteligência artificial.

Das baterias aos automóveis

Apesar do sucesso recente nas concessionárias, a história da BYD não começou nas linhas de montagem automotivas. A marca, que hoje atua em mais de cem países, nasceu focada no desenvolvimento de energia limpa. "Ela começou com uma empresa de tecnologia, de baterias, se desenvolveu, hoje no cenário internacional ela fornece a bateria para praticamente quase todos os fabricantes de carros elétricos", relata o gerente.

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A estratégia agora é solidificar a produção nacional. A antiga planta da Ford em Camaçari, na Bahia, foi absorvida pela gigante chinesa para ser o coração de sua operação na América do Sul. Segundo Carvalho, o local foi "construído do zero" e gera cerca de 3 mil empregos na região, operando atualmente em dois turnos. De lá já saem modelos como o Dolphin Mini, o King e o Song Pro. A expectativa é que, no segundo semestre, a planta inicie a fabricação do Song Plus, de uma picape intermediária e de dois novos híbridos leves. "A BYD nessa escalada ela se prepara para até 2030 ela seja a marca número um do país", projeta.

Autonomia e infraestrutura

Se o preço atrai, a autonomia dos veículos ainda figura como a principal dúvida de quem pretende migrar da combustão para a eletricidade. Para os próximos anos, a aposta da marca é dobrar a capacidade de rodagem com apenas uma carga. "Em três, quatro anos eu acredito que a gente vai ter carros que hoje rodam 300, 400 chegando perto de 1000 km de autonomia", revela Carvalho.

Até lá, a infraestrutura nas estradas e as instalações domésticas desempenham o papel principal. Para viagens longas, o cenário nacional já possui rotas rodoviárias amplamente mapeadas com estações de recarga. Em casa, o processo exige adequações semelhantes à instalação de eletrodomésticos potentes. "A gente compara com uma potência de um ar condicionado, de um chuveiro elétrico", explica o gerente. "Você tem uma norma técnica, você respeitando, dificilmente você vai ter problema", pontua, referindo-se ao uso obrigatório de fios com bitola correta, aterramento e sistemas de segurança IDR.

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Além dos carros de entrada, o mercado também absorve opções de altíssimo luxo que servem de vitrine tecnológica. É o caso do modelo Atto 8, um super híbrido de sete lugares recém-apresentado pela marca. Equipado com quase 500 cavalos de potência e suspensão eletromagnética, o carro ilustra a ofensiva da montadora em todos os segmentos, operando, segundo a empresa, por quase metade do preço de seus concorrentes diretos no mercado de luxo europeu e americano.



							BYD mira liderança no Brasil e aposta em autonomia de 1.000 km
AutorBYD ATTO 8 - Foto: Adry Freitas / TNOnline


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