Três figuras que não apenas marcaram a história, mas a transformaram para sempre...
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Antes de qualquer império cair, antes de qualquer sistema ser questionado, houve um chamado que não veio dos homens, mas do próprio Deus.
Em Moisés, esse chamado ganhou voz, diante de um dos maiores impérios da antiguidade.
Ele não se curvou, não negociou, não recuou.
Enquanto o Egito Antigo sustentava seu poder aos falsos deuses, Moisés se levantava com uma verdade simples e inabalável onde só existe um Deus soberano. E essa verdade fez cair pragas sobre o Egito.
A cada sinal revelado, nenhuma autoridade humana se sustentava diante do Deus vivo.
Mas a libertação do povo sofrido no Egito não era o fim, era apenas o começo.
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E no silêncio do Monte Sinai, algo aconteceu; Deus entregou a Moisés as tábuas dos Dez Mandamentos.
Ali não nascia apenas um conjunto de leis, mas um pacto. E o que foi dado como luz passou ser ignorado.
E então, quando a escuridão parecia dominar, surge Jesus Cristo, que veio cumprir as leis.
E a dimensão invisível na batalha que muitas vezes não vemos, ergue-se São Miguel Arcanjo, símbolo da justiça, da proteção e da luta contra as trevas.
E assim se estabelece um eixo eterno: a lei de Deus revelava por Moisés, cumprida em Jesus Cristo e defendida na batalha por São Miguel Arcanjo.
Se no Sinai a verdade foi gravada em pedra, em Cristo ela foi gravada na alma.
Porque impérios passam.
Sistema caem.
Verdades humanas mudam.
Mas o que vem de Deus permanece para sempre.