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BENZEDEIRA

Maria do Café marcou época em Apucarana por seu dom de cura

Mineira chegou na cidade em 1947 e atendeu a população por quase 50 anos

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Maria do Café marcou época em Apucarana por seu dom de cura
Autor Maria do Café está na memória de muitos apucaranenses - Foto: Arquivo da Família

As benzedeiras foram, por muito anos, figuras populares na maioria das cidades brasileiras. Elas eram procuradas pelas pessoas das mais diversas classes sociais que acreditavam nos seus poderes de cura para doenças e problemas espirituais. Com gestos e preces, essas mulheres faziam um importante trabalho, que hoje praticamente ficou no passado, com raras exceções.

Em Apucarana, a mineira Maria Cardosina de Jesus Prates marcou época. Conhecida como Maria do Café, ela pode ser considerada a maior benzedeira da história da cidade. Por quase 50 anos, ela ajudou milhares de pessoas da cidade e da região que a procuravam com os mais diversos males espirituais, desassossegos e também doenças.

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Maria do Café até hoje é lembrada pelo seu dom e está imortalizada em Apucarana, dando nome a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no Jardim Ponta Grossa. O carinho por ela persiste. Tanto é que o seu túmulo é um dos mais visitados no Cemitério Cristo Rei em Apucarana a cada Dia de Finados.

Maria do Café nasceu em 13 de fevereiro de 1926 em Mato Verde (MG) e chegou em Apucarana no ano de 1947, juntamente com o marido João Moreira Prates. O casal foi morar na região na região do Jardim Diamantina, onde havia uma antiga fazenda de café. Em 1951, ela começou a atender a população e começou a ganhar fama como benzedeira em Apucarana e também na região.

Eles tiveram dez filhos, dois já falecidos. O primeiro morreu logo após o nascimento e o segundo, o professor Idalice Moreira Prates, aos 36 anos, foi vítima de um aneurisma. Idalice também é lembrado, dando nome a uma escola municipal em Apucarana.

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Os oito filhos preservam a história da mãe e também do pai, que foi pedreiro: Paulina, Indalécio, Idalino, Mira, Palmeirina (conhecida como Lina), Patrícia, Mara e João

O filho Idalino, que foi bancário em Apucarana, diz lembrar da casa sempre cheia. “Eram centenas de atendimentos diários. Como naquela época não tinha médico ou psicólogo, as pessoas com problemas espirituais a procuravam. Vinha todo tipo de gente, de todas classes sociais e de todas religiões”, conta.

Segundo ele, as pessoas a procuravam para pedir orientação em problemas familiares, dúvidas existenciais, dívidas, problemas de estresse, de ansiedade e também doenças na família. “Ela tinha muita sabedoria e paciência para escutar”, comenta.

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							Maria do Café marcou época em Apucarana por seu dom de cura
AutorMaria do Café dá nome à UBS do Jardim Ponta Grossa - Foto: Lis Kato


Kardecista, Maria do Café manifestou sua mediunidade ainda na infância. Seu mentor espiritual foi o sogro Idalicio, falecido, com qual mantinha sua comunicação dentro dos preceitos espíritas.

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Ela morreu em 2 de junho de 1999 aos 73 anos de idade. Já o marido João Moreira Prates morreu em 2008, aos 88 anos.

Veja fotos


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  • Maria do Café marcou época em Apucarana por seu dom de cura 1 de 3
    Foto: Autor: Arquivo da Família
  • Maria do Café e o Marido 2 de 3
    Foto: Maria do Café e o Marido Autor: Arquivo da Família
  • Maria do Café marcou época em Apucarana por seu dom de cura 3 de 3
    Foto: Autor: Arquivo da Família



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